Onde estão os seus sonhos acalentados,
nas noites de verão,
quando bate o seu coração,
em ritmos descompassados?...
Onde moram os seus desejos,
e a ânsia de tantos beijos?...
Em que lugar vai bailar o seu pensamento,
buscando o amor... em todos os momentos?...
Sonhos, fantasias, quimeras,
são expectativas de primaveras?...
Porque, vejo-a ensimesmada,
a procura de uma estrada,
querendo ser amada?...
Tantas vezes, vou lhe perguntar o porque,
sem nunca achar uma resposta,
assim é, e será só você,
para dizer,
realmente,
de quem e porque: Você gosta!
Diz um novo ditado:
" - Sua vida pode tornar-se uma delícia,
se ao seu lado tiver...
uma linda mulher:
Chamada - Patrícia! "
Conforme prometido,
aqui fica a minha poesia,
sem ter duplo sentido!
Pensamentos e sonhos de um Poeta chamado JOSÉ ALOISIO JARDIM " Membro Efetivo da Academia Itanhaense de Letras!"
quinta-feira, 30 de julho de 2015
A traça e o cupim
A conhecida traça, traça tudo,
que encontra pela frente:
Traça nossas roupas.
Traça meus livros.
Traça meus rascunhos e meus rabiscos.
Traça minhas anotações.
Traça, se eu deixar,
até as minhas recordações...
Inseto silencioso,
traça lã, crinas,
peles e chifres,
mas, não é malicioso,
pois, não traça, o chifre do cornuto,
Porém, é a traça caseira,
que faz os maiores estragos...
( Parente da traça dever ser o cupim,
que atacou a minha escrivaninha,
deixando toda triturada,
que dava dó...
Roupas, papéis e madeiras, ficou assim:
Um monte de pó!
Dois insetos, quase inofensivos,
mas, tome cuidado com eles,
principalmente... quando vivos!
que encontra pela frente:
Traça nossas roupas.
Traça meus livros.
Traça meus rascunhos e meus rabiscos.
Traça minhas anotações.
Traça, se eu deixar,
até as minhas recordações...
Inseto silencioso,
traça lã, crinas,
peles e chifres,
mas, não é malicioso,
pois, não traça, o chifre do cornuto,
Porém, é a traça caseira,
que faz os maiores estragos...
( Parente da traça dever ser o cupim,
que atacou a minha escrivaninha,
deixando toda triturada,
que dava dó...
Roupas, papéis e madeiras, ficou assim:
Um monte de pó!
Dois insetos, quase inofensivos,
mas, tome cuidado com eles,
principalmente... quando vivos!
segunda-feira, 27 de julho de 2015
Não te pré ocupe
Não te preocupe com o dia de amanhã, pois, o amanhã terá os seus cuidados...
Não te detenha em aflições inúteis...
Não te martirize nas perturbações, das obsessões incômodas, de todas as horas...
Não te fixe nas recordações de fatos e atos dolorosos do passado...
Não te demore recordando aqueles que te fizeram passar por tristes momentos...
Não te cristalize em idéias fixas de ressentimentos e raivas diuturnas...
Não te situe em pensamentos de tristeza, depressão e desânimo constantes...
Não pense nas lembranças das dores, que pessoas amadas te fizeram sofrer...
Não desista das provas do caminho, cujo devedor, és tu, somente!
Pense:
Agradeça à Deus, e aos Emissários do Bem, que estão vigilantes, sempre ao teu lado, esperando o sinal verde, para ajudar-te nas agruras da lida cotidiana, desde que tu, permita, pelo teu livre arbítrio, a aproximação dos Mentores espirituais, que fazem por nós, o que há de melhor...
De resto, não te preocupe!
Espera, confiante, na Misericórdia Divina, pois, a fé remove montanhas, mesmo que ela seja, do tamanho de um grão de mostarda!
Oferta:
Poderás dizer-me que, nada disso é fácil de colocar em prática, e eu te digo: É a pura verdade! Tenho plena consciência dessas atitudes, mas, devemos tentar, sempre e sempre, para vencer o nosso ego e a zona de conforto na qual nos comprazemos...
É na oração que encontramos o refrigério para as nossas decepções, as dores da alma...
Como diria o Juca Mulato, de Cassiano Ricardo:
" - Esquece!"
Se você espera:
Se você espera:
Uma estrada sem tropeços...
Paz sem luta nas arenas da vida...
A beleza do céu na tempestade...
Uma família sem deveres e obrigações...
Dinheiro fácil sem trabalho...
Compreensão sem tolerância...
Satisfação do ego, tão somente...
Conquista sem provações...
Gula sem consequência...
Enfim, é melhor voltar o filme,
da sua espera, no dia a dia,
dos seus desejos absurdos,
de querer e esperar,
antes de ser e amar,
( incondicionalmente )
o seu irmão que está,
sempre ao teu lado:
Presente!
Uma estrada sem tropeços...
Paz sem luta nas arenas da vida...
A beleza do céu na tempestade...
Uma família sem deveres e obrigações...
Dinheiro fácil sem trabalho...
Compreensão sem tolerância...
Satisfação do ego, tão somente...
Conquista sem provações...
Gula sem consequência...
Enfim, é melhor voltar o filme,
da sua espera, no dia a dia,
dos seus desejos absurdos,
de querer e esperar,
antes de ser e amar,
( incondicionalmente )
o seu irmão que está,
sempre ao teu lado:
Presente!
A paz encontrada nos resgates
Minha alma esta cansada de tanto chorar,
sem ter um carinho e um amor para amar,
estou mais parecendo uma ave sem ninho,
perdida na vida - bem no meio do caminho!
Pareço um seresteiro nas madrugadas,
andando à esmo pelas dolosas estradas,
enfrentando as noites com as ventanias,
apavorado nas ruas com as rajadas frias!
É na escuridão, que minha alma chora,
esperando, sempre, o romper da aurora,
cuja espera é uma eternidade que demora...
Sem me deter caminhei para encontrar a paz,
nada do que esperei... recebi do meu destino:
Porém, tudo encontrei na paz do amor Divino!
Ofertório:
Sem saber, buscava a tranquilidade,
Nas coisas do mundo e da materialidade...
Transformei-me em exemplo nos meus embates,
Aceitando os sofrimentos como meus próprios resgates!
sem ter um carinho e um amor para amar,
estou mais parecendo uma ave sem ninho,
perdida na vida - bem no meio do caminho!
Pareço um seresteiro nas madrugadas,
andando à esmo pelas dolosas estradas,
enfrentando as noites com as ventanias,
apavorado nas ruas com as rajadas frias!
É na escuridão, que minha alma chora,
esperando, sempre, o romper da aurora,
cuja espera é uma eternidade que demora...
Sem me deter caminhei para encontrar a paz,
nada do que esperei... recebi do meu destino:
Porém, tudo encontrei na paz do amor Divino!
Ofertório:
Sem saber, buscava a tranquilidade,
Nas coisas do mundo e da materialidade...
Transformei-me em exemplo nos meus embates,
Aceitando os sofrimentos como meus próprios resgates!
sexta-feira, 24 de julho de 2015
Eu sou o que sou
Encaro sem rancor as teorias, as divergências e a maledicência...
Não condeno nada nem ninguém, porém, exerço o meu direito de discordar e ter opinião pessoal, sobre tudo e todos os assuntos...
Sou favorável à liberdade, que temos para decidir o que fazer da nossa vida, mas, sou inflexível sobre as consequências dos pensamentos, palavras e atos, perpetrados pelo nosso livre arbítrio...
" Se algum dia vires o teu melhor amigo te condenar,
sem antes ter-te ouvido, e nem depois querendo te escutar,
e nem por isso deixarás, que a maledicência, turve o lago azul,
da tua consciência..."
Sou o que sou,
aqueles que são diferentes de mim,
pouco me importa...
Eu posso ser reto,
enquanto, muitos são oblíquos...
E não é por mentes conspurcadas,
na lama,
que eu deva ser julgado!
Eu sou o que sou!
quinta-feira, 23 de julho de 2015
A flor na correnteza
Ela era a mais antiga flor... pendurada no galho da arvore frondosa,
era uma flor mimosa - que vivia perscrutando - os sonhos humanos...
Parecia, às vezes, uma estátua, imóvel e inflexível no olhar obtuso,
e no silêncio da madrugada... quando o orvalho da noite descia,
a flor se mexia como se fosse um gira-sol... buscando a luz do dia!
Sua face, se é que flor tem face, era fria como o gelo dos polos,
mas, parecia que a flor tinha sentimentos... e que sentia desejos...
Certa vez, dizia o tabaréu, tinha ouvido o seu grito de dor,
era um grito meio esquisito, como se a voz fosse rouca,
parecia mesmo que a flor... estava com banzo e louca,
talvez, devido a um não correspondido e vero amor.
De repente, veio a tempestade, e as flores caiam,
lentamente, na voragem, como estrelas cadentes...
Aí, a flor despencou como se fosse uma das folhas,
E nada mais restou - não mais - que de repente!
Oferta:
Ao sabor das ondas, no meio do riacho, a flor descia
Em um tronco de árvore... desfalecida, a gente a via,
abraçada à sua taboa de salvação... com certeza,
Era, sem dúvida alguma: A flor na correnteza!
era uma flor mimosa - que vivia perscrutando - os sonhos humanos...
Parecia, às vezes, uma estátua, imóvel e inflexível no olhar obtuso,
e no silêncio da madrugada... quando o orvalho da noite descia,
a flor se mexia como se fosse um gira-sol... buscando a luz do dia!
Sua face, se é que flor tem face, era fria como o gelo dos polos,
mas, parecia que a flor tinha sentimentos... e que sentia desejos...
Certa vez, dizia o tabaréu, tinha ouvido o seu grito de dor,
era um grito meio esquisito, como se a voz fosse rouca,
parecia mesmo que a flor... estava com banzo e louca,
talvez, devido a um não correspondido e vero amor.
De repente, veio a tempestade, e as flores caiam,
lentamente, na voragem, como estrelas cadentes...
Aí, a flor despencou como se fosse uma das folhas,
E nada mais restou - não mais - que de repente!
Oferta:
Ao sabor das ondas, no meio do riacho, a flor descia
Em um tronco de árvore... desfalecida, a gente a via,
abraçada à sua taboa de salvação... com certeza,
Era, sem dúvida alguma: A flor na correnteza!
Assinar:
Postagens
(
Atom
)