terça-feira, 10 de maio de 2016

Joanna de Ângelis

Anjo, que Deus nos concedeu para nos ensinar,
O caminho, que nos conduzirá ao Mestre Jesus,
Que, por nós, os pecadores, morreu numa cruz,
Pelo simples fato... de viver, sofrer e nos amar!

Neste orbe de provas e expiações... estamos em agonia,
Onde uma flor, não dura nunca... e jamais que um dia!
És tu , Oh, meiga e doce mulher, que vela neste agreste,
Os desvalidos da sorte e pobres... das benesses celeste!

Espírito de luz e bondade, consola todas as almas feridas,
Nos diz no seu verbo de amor sem igual: Há outras vidas!
E presenteia a nossa "via crucis", de azougue, lacrimosas,
Com seu amor e uma chuva de bênçãos balsâmica de rosas!
Este espirito de escol, que vive mais na terra do que no céu,
É Joanna de Ângelis: A nos cobrir de amor - com o seu véu!

Ofertório:
Nós, os degredados filhos de Eva, vivemos na rua da amargura,
Perdemos a chance... da regeneração e a nossa calma,
Nesta vida - que mais parece - uma interminável... noite escura!
Mas, Joanna de Ângelis, salva das trevas a nossa alma!

Simplesmente, uma Justa e perfeita homenagem... à esse espirito de luz, 
Que segue - e nos ensina as veredas do amor - que, ao Mestre, conduz!

Itanhaém, 10 de maio de 2016

Jose Aloísio Jardim   ( Sêo Jardim )

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