segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Sincretismo - do amor e da dor - puro niilismo

O amor a gente pode - um dia, perder,
Se estiver escrito - no Livro da Vida:
É melhor - ter sido amado - e sofrer,
Do que não chorar uma afeição vivida!

Pode ser muito prazeroso,
Encontrar um amor gostoso,
Um colo para apoiar a cabeça,
Para que a dor - nele desapareça!

Uma palavra doce e carinhosa,
Uma flor sem espinho: Uma rosa!
Um abraço - um beijo e um cafuné,
Ao som ... do batuque do Candomblé!

Em tudo nesta vida se corre um risco,
Nada é estático... em face do dinamismo,
O minuano - é um vento forte e meio arisco,
Comparado ao amor... que nos leva ao abismo!

Enquanto o inverno e o vento não passar,
Vamos nos embriagar... nas nossas emoções,
Antes da despedida, que virá no marulho do mar,
Invadindo nossas vidas... e nossos púberes corações!

PS:

Amo-te - do meu jeito - pelo sincretismo afro descendente,
Dos pais de santo, que me ensinaram do "banzo", as minhas dores,
Razão, também, pela qual a Lei de causa e efeito não é condescendente,
Com nenhum de nós dois, que cativamos o outro, e nos tornamos devedores!

Itanhaém, 08/08/2016

Jose Aloísio Jardim   ( Sêo Jardim )









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