bebia e não pagava e chateava os clientes.
O dono do bar resolveu chamar a polícia...
O soldado chegou:
- O senhor quer ir dormir na cadeia?
- Hoje não, que eu estou sem sono!
Mas, amanhã, quem sabe?...
Algumas considerações sob a ótica espírita Kardecista
Nós no mundo:
De onde viemos, qual a razão da vida e para onde vamos?
Consideremos:
Uma família pode reunir espíritos que estão em estados de evolução diferentes, em variados prismas, mas, que precisam se harmonizar entre si no cadinho do lar, muitas vezes, atribulados... por isso, antigos inimigos de outras vidas podem reencarnar como parentes próximos: pais, filhos, cônjuges, irmãos, chefes, subalternos, amigos... enfim, são oportunidades de refazer o mal feito de outras chances perdidas na voragem do tempo...
Cada pessoa, que cruza o nosso caminho torna-se um gatilho, quando tem a capacidade de aflorar no seu íntimo as emoções mais estranhas, adormecidas de longo tempo e acordada no momento em que você se viu de frente a frente com aquela alma, de outras épocas, cujas emoções despertou suas angústias, seus medos e suas dores...
Na verdade, nós é que precisamos nos curar das doenças da alma, que são as nossas emoções negativas, quando repelimos, sem razão aparente, o nosso semelhante, deixando aflorar os sentimentos de raiva, ódio, desdém, etc e tal...
Fulano ou sicrano não é seu pai, seu irmão, seu filho e sim, está seu pai, seu irmão, seu filho...
Quando nós consideramos alguém como "nosso", caímos na armadilha da ilusão, da fantasia e da utopia...
Nós só vamos entender a vida e a sua finalidade, quando nos libertarmos do ter e possuir, para, simplesmente, ser e estar! Nós não somos... Estamos!
Você é um espírito que está homem ou mulher... Pai ou filho... Alto ou baixo... Branco ou negro... Jovem ou velho...
Enfim, você não é o seu corpo, você está nele!
Todas as relações humanas, sobrecarregam-se, quando o respeito sai de cena e passamos a querer que o outro seja como queremos que seja... Grande engano, pois, agindo assim, a gente dá vida ao ciúme, a discórdia, a intolerância, às comparações e às cobranças infrutíferas... As críticas e as mágoas geram conflitos intermináveis... É preciso entender o outro e, muitas vezes, perdoar as pequenas ofensas do cotidiano da vida a dois, ou com quem quer que seja...
Todos os laços, quer de amizade, familiar ou fraternal, tem que passar pelo crivo da verdade, sinceridade e honestidade, desapegando-se dos afetos possessivos, pois, o verdadeiro amor é aquele que compreende, ama, perdoa e não faz o outro sofrer!
Feliz é aquele que compreende essas pequeninas lições de vida, através da renúncia de si em prol da felicidade do outro, lembrando, sempre, que somos espíritos eternos, em evolução constante e dependentes da convivência fraternal, unidos pelas leis imutáveis das atrações, onde semelhante atrai semelhante, buscando na multidão de seres humanos, aqueles que se afinam conosco ou com os quais temos débitos compulsórios a resgatar, mas, que entendamos que, somente pelo amor, evoluiremos em pares ou em grupos... Esta é a Lei de causa e feito!
No aconchego do lar, no trabalho, na escola e na vida social, temos encontros com nossos devedores e cobradores, que ensejam a harmonização nas relações humanas, criando uma atmosfera de paz ou de contenda... Se assim vos apraz!
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