Fui na casa da Elvira, cheia de amigos meus,
Degustar uma moqueca... do tal peixe robalo,
Estava o Toninho pintado, pelo dedo de Deus,
A Elvira disse, que na sua casa... não tem ralo!
A conversa foi amena e cheia de boas piadas,
Que o João Carrasco... já tinha contado antes,
O Mario só falava... e contava coisas engraçadas,
Que assim, era como dantes, na casa de Abrantes...
O Paulo comia peixe, mas, só falava da sua pizza,
Jaime, irmão do João, do Toninho e da Sra. Joana,
Não entra em festa judia... que seja um Bar Mitza!
Sabe degustar um bom vinho... e nunca se engana!
Tinha um amigo do João, que veio do Guarujá,
Advogado respeitado, ficou amigo do Zézinho!
A filha da Elvira.... andava pra lá e prá cá:
Servindo "moqueca!", sobremesa e cafezinho...
A esposa, do meu querido amigo Tito,
Tinha charme com aquele chapeuzinho,
Se eu errei... fica o dito pelo não dito,
que eu vou saindo... bem devagarinho!
Poesia improvisada tem seus erros de montão,
Porém, quero que fique bem claro este fato,
A verve veio de dentro do meu coração:
Um "gato" velho... mas," gostoso" gato!
Queres saber de uma coisa?
" - Não perguntes porque fiquei calado,
pois, se calado fiquei, é porque estava
rodeado de pessoas amáveis e queridas,
que me fazem aprender mais
e errar menos:
Nos próximos momentos,
dos nossos encontros...
Em nossas vidas!"
Zézinho, sou eu!
Nenhum comentário :
Postar um comentário