sábado, 18 de janeiro de 2014

Quando

Quando, nós nos queixamos da vida, por qualquer motivo, estamos abrindo brechas para que os obsessores do plano inferior da espiritualidade, alcance nossa mente, ficando enclausurada na prisão, que nós mesmos construímos com a matéria fluídica, emitida pelos nossos pensamentos e palavras...
Quando, no campo das opiniões não cedemos a ninguém...
Quando, não aceitamos pareceres pela força dos fatos...
Quando, batemos de frente com aqueles que não nos aceitam o nosso modo de ser e ver as coisas...
Quando, somos absolutos nas interpretações...
Quando, quando, quando...
As características semelhantes, são portas abertas para sutil e terrível obsessão...
As entidades infelizes do astral envolvem nosso campo mental, nos causando doenças e sérios problemas de longa e difícil duração, nas redes extensas de vibrações deletérias, afetando nosso sistemas nervoso, impiedosamente...
Começamos um processo de dúvidas, raiva, ódio e ressentimentos pelas pessoas que mais amamos: Filhos, amigos, cônjuge, parentes e aderentes... Abandonamos o trabalho, passamos a gesticular e falar sozinhos, fixando a mente em horrorosas paisagens, criadas pela nossa mente, nas raízes de nossos pensamentos atormentados...
As sombras que nos cercam, parecem ameaçadoras, e somos presas fáceis dos nossos perseguidores que nos delineiam horríveis sugestões, que acatamos como se fossem verdadeiras...
Somos atacados pela depressão, pela insônia e pelo medo... Somos, enfim, presas fáceis!
 
A solução está nas páginas do Evangelho. Não há outro caminho!
Somos vitimas e algozes de nós mesmos, no caminho estreito da dor e do desamor, da descrença e da crença de nossos pontos de vista, arraigado no nosso orgulho e egoísmo, desde eras passadas na voragem do tempo, que hoje ensejam oportunidades de mudança...
Nossos algozes ganham terreno fácil, quando somos resistentes aos apelos e nos deixamos resvalar nas areias movediças das queixas, das blasfêmias e das palavras negativas, de um modo geral...
Mas, para tudo, há um remédio providencial...
Espero que o seu não seja um estágio numa cadeira de rodas, ou preso à uma cama de hospital, para ver se muda seus pensamentos e sua intolerância com o semelhante... e consigo mesmo!
Para doentes resistentes ao amor resta, somente, um remédio amargo para dor:
Quando... quando chegar o amanhã eu vou mudar, mas, aí, pode ser tarde demais e lamentarás o tempo perdido, que não volta... jamais!

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