Vejo, naquele outeiro,
A triste lua minguante,
De janeiro a janeiro,
abraçando os amantes!
Com Sapiência e Bondade,
O Arquiteto do Universo,
Por me ver sentir saudade,
Deu-me o dom de fazer verso!
Todo poeta tem na vida,
uma vida toda à parte,
Quando a dor é bem sentida,
Em mil versos se reparte!
A fulana foi minha amada,
E hoje, prá mim morreu,
Está vivinha a danada,
o chifrudo: Sou eu!
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