( Ode caiçara )
Ita, é pedra - nhaém, é canto!
Orlada de jundus - nas praias,
e da sereia - o doce acalanto,
no meio do cardume de arraias...
Terra - do Santo padre Anchieta,
desde o tempo... dos selvícolas,
dizimados - no aço da baioneta,
escravos da plantação - agrícola!
Itanhaém - tem a memória gravada,
nas poesias, nos cantos e na glória,
do eco-sistema e da nossa história,
hoje:"Angulus ridet" - engalanada!
Quem gosta desta cidade: Vem e fica!
Quem não gosta... Bem, não sei quem:
Nunca ouvi - falarem mal de Itanhaém...
Isso não passa - de uma grande futrica!
Ao turista acidental:
O trem que aqui passava, não passa mais,
tem índio andando nas ruas: São pontuais,
mas, tem palmito pupunha
e uma deliciosa - bananada,
muitos citadinos tem alcunha:
"Malaquias"- É morte anunciada!
Tainha na folha da bananeira,
com "dedo de moça", na farofinha,
feita com farinha manema,
acompanhada - de uma caipirinha
com açúcar cristal e limão galego -
Tem festa do Divino e depois o cinema,
( Cuidado com a guria - não vá ser pego... )
Somos hospitaleiros e todos gente de bem!
Então, só deixe pegadas na areia,
se você não quiser - voltar para Itanhaém...
Oferta:
" Existem outros encantos e atrativos,
é só procurar nos nossos informativos,
pois, aqui, é um belo recanto aprazível,
de belezas mil, mas, nenhuma traduzível!"
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