Quando alguém falece, morre, desencarna... é comum a gente encontrar os parentes mais próximos, ou não daquele que se foi, e apresentar os nossos sentimentos de pêsames, pela perda, inexorável, que acomete todo ser vivente, principalmente, quando é uma pessoa querida: Um amigo ou um parente com quem convivemos nessa vida...
Afinal, que palavras devem ser usadas para este momento tão crucial, que nunca estamos preparados para o seu desfecho?
Não sei!
Na verdade, todas se tornam vazias... sem efeito, e as lagrimas é que costumam "falar mais alto...", junto com a tristeza, que sempre acompanha esses passamentos inermes do cotidiano, cuja certeza é a única que temos perante a vida, na espera da morte, que para muitos é uma questão de sorte...
Uma criança... morre! Um jovem... morre! Um velho... morre!
Ninguém fica para contar histórias e nem volta para dizer, "como é que é do lado de lá..."
Ficamos viúvos de quem nos precede! Desconsolados! Desamparados! Solitários! Privados da afetividade da presença de alguém que tínhamos afeto, carinho e amor...
E, pela vida a fora, enquanto estivermos por a cá, continuaremos nosso desfiar do rosário dos sentimentos de pesares, apresentando as nossas condolências!...
Ao meu prezado irmão de ideais, Carlos Simões, "Carlito":
" - As minhas condolências!
Às vezes, meu "brother", a vida enfia as mãos pelos pés e nos leva o rebento, e assim, temos a certeza de que somos uns jumentos, sob os desígnios do Grande Arquiteto do Universo, que tendo o dom da Arte - leva um pedaço da gente - quando nosso descendente tem um enfarte!
Às vezes, meu "brother", a vida enfia as mãos pelos pés e nos leva o rebento, e assim, temos a certeza de que somos uns jumentos, sob os desígnios do Grande Arquiteto do Universo, que tendo o dom da Arte - leva um pedaço da gente - quando nosso descendente tem um enfarte!
É nós, não sabemos o que falar... nem o que falamos, mas, o GADU, deve saber o que faz!..."
Observo que:
Observo que:
Somente a crença nas vidas sucessivas é que nos aliviam o fardo da dor indescritível!...
Por isso, é que é melhor sofrer do que fazer sofrer... pois, alguém que queremos bem, pode nos deixar a qualquer instante e, talvez, não tenhamos tempo de fazer as pazes, pedir desculpas ou perdão por alguma ofensa, mal querência ou contenda... Isso, sei que é difícil, mas, afinal, porque estou falando tudo isso?
E tenho dito!
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