É muito comum, na sociedade e nas comunidades fechadas, algumas pessoas ou grupos sociais, constituírem uma redoma em seu entorno, na intenção de se isolarem, como se fossem mais importantes do que as outras, que não pertençam ao seu " mundinho..."
Geralmente, elas são dissimuladas, hipócritas e um tanto covarde, mantendo uma empáfia de supremacia, que as identifica como orgulhosas na sua "pseudo" superioridade... são nossos semelhantes, dignos de dó e de grande dose de compreensão, além da tolerância à sua enganosa maneira de ser e comportar-se, com ardilosidade, velada dissimulação e fingimento nas suas atitudes, quando cruzamos os seus caminhos, quer no meio social ou da faina cotidiana a que somos, todos, compelidos palas necessidades básicas da manutenção da vida nossa ou de outrem, nas mais variadas circunstâncias...
Nós, que labutamos e vivemos nos municípios, não conseguimos fugir dessas pessoas, porque cruzamos, sempre, com elas, aqui, ali e acolá - faz parte do nosso destino - diriam os deterministas...
Como é triste ver e saber, que tem pessoas que acham que têm um "rei na barriga..."
Gostam de bajulação, elogios e "comendas", que os destaquem nas áreas, incontáveis, da política, das artes e das profissões, liberais ou não...
Pululam por ai, entre "comes e bebes" brindes e tim-tins, porfiando no desvão da ilusão, patenteando glórias e virtudes inexistentes, pois, nada mais são do que quimeras, e por a cá, nesta Itanhaém - que não é diferente de outras cidades - onde vivo, sob os frondosos chapéus de sol e ao lado dos jundus - raros - que enfeitavam a orla, hoje, engalanada pelo avanço da moderna construção, silente de uma beleza, sem o verde da natureza...
Finalizo meu pensamento sobre essa prosa: Os "mundinhos", sempre existirão, neste pais, onde a cleptocracia é maior ou igual do que a hipocrisia e a dissimulação, dos que vivemos nos municípios desta nação!
Tim-tim! Brindemos à vida!
Que nossos governantes deslizem um olhar de sensibilidade e doçura, ao sofrimento a que nos deixaram à mercê...
Brindemos ao amanhã, na esperança de sermos atendidos nas nossas mais caras expectativas de um mundo melhor, de uma vida melhor... sem os "mundinhos" herméticos dos congressistas...
O micro e o macro, acena uma esperança de mitose de intersecção em nossas vidas, pois, hoje, já é o amanhã que nos preocupava ontem!
Qual a razão dos " mundinhos?" Egoísmo. Soberba.Orgulho.Vaidade. Complexo de superioridade.
Estes, são os cinco gigantes - maléficos - da alma dos seres ovoides encarnados, enclausurados que estão, nos seus "mundinhos" efêmeros, quiméricos, passageiros e ilusórios... haja vista!
Aos leitores e seguidores do meu: Luzdapoesia.com.br blogspot - Feliz Natal e Próspero Ano Novo, repleto das benesses concedidas pela prodigalidade do Grande Arquiteto do Universo!
E tenho dito!
Itanhaém, 20 de dez de 2015
Jose Aloísio Jardim ( Sêo Jardim )
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