( Soneto inacabado )
Sei que, agora, sou teu dono!
Sei que, agora, tenho-te toda nua,
Na alcova, suados, ficamos sem sono,
E de nada importa o que se passa na rua...
Nossa respiração... fica brusca e ofegante,
São os nossos momentos de euforia,
Temos, um ao outro... como amante,
Fechamos os olhos para o mundo... é dia!
Será, que alguém já foi... tão feliz?
Teu corpo deixa minha alma louca,
Em êxtase, pelo beijo da tua boca!
Itanhaém, 03 de 01 de 2016
Jose Aloísio Jardim ( Sêo Jardim )
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