Enterrei todos os meus sonhos, debaixo da terra,
Coloquei em um caixão florido e da cor do céu,
Esta vala fria e agourenta meus sonhos encerra,
Ficando tudo do passado sob leve e diáfano véu!
No ocaso da vida, vi ressuscitarem meus sonhos,
Um por um - foram aparecendo na minha frente,
Todos eram belos, cheios de esperança, risonhos,
E do jeito que vieram, desvaneceram, de repente!
Fiquei só, novamente só - nada sobrou do que era,
Assim é a vida, nada dura nesta passagem na terra,
Se alguma coisa sobrar do que foi, a gente enterra!
A vida é bela - mas - não é uma eterna primavera,
As estações do ano - estão entre o céu e o inferno,
Mas - não esqueça do verão, do outono e inverno!
Oferta:
Tudo que falei foi o que me falaram, é o que sei!
Falo, às vezes, sem muita razão... É como gosto:
Porem, tudo que falo tenha certeza, não inventei!
E que tudo está, como o diabo gosta... eu aposto!
Itanhaém, 03 de nov de 2016
Jose Aloísio Jardim ( Sêo Jardim )
Pensamentos e sonhos de um Poeta chamado JOSÉ ALOISIO JARDIM " Membro Efetivo da Academia Itanhaense de Letras!"
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