Para matar a sede de Jesus - deram-lhe fel!
Para coroar sua cabeça - galhos de espinhos!
Para seus pés descalços - nem azeite e nem mel!
Para seu ombro - uma pesada cruz pelos caminhos!
Seu olhar... era de tristeza misturada ao pranto,
Pela dor imposta por seus impiedosos algozes,
Com o corpo desnudo... pelo seu roto manto,
Ao som sacrílego, de histéricas e altas vozes!
A turba enfurecida não se importava com Jesus,
Açoitava, humilhava, gritava e cada vez mais feria,
Numa" via crucis " das trevas, cega, bruta, e sem luz!
Quando passou por sua Santíssima mãe - a doce Maria,
Ouvia com os ouvidos de ouvir: " Deus Pai, tenha piedade,
De meu filho, mas, seja feita a Tua sagrada - e única vontade!"
Ofertório:
Quando, nas horas de íntimo desgosto, lembramos do calvário,
Sentimos uma dor imensa, inexplicável... culpa e remorso atroz,
Como se desse tempo, a gente lembrasse, na qualidade de adversário,
Então - do imo da nossa alma suplicamos perdão: Perdão em alta voz!
Itanhaém, 10/10/2017
Jose Aloísio Jardim ( Mr. Garden )
Pensamentos e sonhos de um Poeta chamado JOSÉ ALOISIO JARDIM " Membro Efetivo da Academia Itanhaense de Letras!"
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