quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

A vigésima quinta hora


A vida abate seus minutos finais,
E uma porta, desconhecida, se abre,
Teu ser grita, inconformado,
E quer viver mais...
Porém, o fio que te prende deixa ver,
Espantado... A lâmina de sabre!

O tempo é pouco... Se esgota!
És fraco nesta hora final...
Te sentes igual uma gaivota,
Enfrentando terrível vendaval...

" A morte é a única certeza na vida,
Que segue a passos lentos,
A certeza do agora:
No tic tac dos segundos,
Da vigésima quinta hora!"

 Ao meu amigo Alberto José    ( In memorian )

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