quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Contexto

Sempre vivestes em meu coração,
sonhando como seria
viver em teus braços!...

De repente, te abracei
e senti o teu corpo, tremendo,
na retribuiçao daquele aperto
de corpos, que diziam tudo,
sem nada falar...
Aliás, demorou uma eternidade
aquele momento,
e quando nos separamos,
estávamos unidos em nossos pensamentos...
E quem percebeu,
notou que ali nascia, sem querer,
um grande amor - proibido - mas,
um grande amor!


Ao longe, fiquei observando o teu vulto,
enquanto te afastavas do alcance
dos meus olhos....

Agora, vives em meus sonhos:
E amo-te sem pedir licença,
quando estou na tua presença...

Meus caminhos são os mesmos,
por onde, juntos,
um dia camnharemos...


P i e d a d e !

Em teu corpo debruço-me, ajoelhado,
e em êxtase, suplico
a tua misericórdia,
por não saber amar-te,
igual aquele
amor platônico,
das estórias perdidas,
dos contos de fadas,
dos meus tempos de adolescente,
que hoje já não me embalam mais...
Infelismente!
Piedade! Piedade! Piedade!

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