O poder do Judiciário é o mais forte dos poderes de uma Nação.
É o que contém maior beleza, pelo esplendor de seu Código de honra e a magnanimidade imparcial de seus vereditos.
Este Poder busca ouvir a opinião coletiva para entender todo o mecanismo das ações na vida sem tornar-se refém da sociedade.
O Tribunal é uma Casa de fazer destinos pautado no legítimo interesse da sociedade.
Julgar! Emitir um veredito! Dar uma sentença! É uma responsabilidade do tamanho do mundo, pois, com uma simples assinatura, pode-se mudar um ou mais destinos da vida humana... É por isso que um Juiz não julga por palavras faladas, mesmo sob juramento, devido à falibilidade do ser humano que tem a capacidade de enganar o seu semelhante de maneira espetacular e inacreditável...
Não pode haver entrechoques de legitimidade em uma sentença: Ela tem que ser una e verdadeira, em todos os tempos vindouros da humanidade, ou seja, uma sentença para a posteridade: Forte como uma rocha, inquebrantável e semelhante a matéria mais dura que existe, podemos compara-la com o diamante em valor e dureza serena e translúcida esplendorosa...
Atenuantes e agravantes, são prismas das sentenças, mas, o que deve serem considerados são os fatos reais, ditos como provas materiais. Um Juiz é semelhante a um São Thomé, que deseja "ver para crer", ou em outras palavras: Sentenciar!
Que culpa tem o judiciário da morosidade dos processos, se a tramitação célere dos mesmos, para exercer a liberdade de ações a bem da legitimidade do regime está baseada no exercício pleno do sistema democrático do Brasil que, me parece, não estávamos preparados para exercer essa liberdade, haja vista, a bagunça das Câmaras e do Senado que nos fazem de bobos, nós, os que os elegemos para nos proteger da sanha dos maus e das intempéries da corrupção deslavada dos mesmos políticos, nos quais depositamos nossos"votos" de confiança, haja vista, haja vista, haja vista...
Voltemos ao Judiciário, que, correndo por fora para acelerar os processos, temos os funcionários que empenham-se para dar uma resposta satisfatória àqueles que solicitam seus préstimos, protocolando expedientes, tirando xerox de processos, atendendo aos prazos em tempo hábil, organizando arquivos pelas ordens numéricas e ou alfabéticas, atendendo as petições e distribuindo os mais diversos serviços internos e, quiça, externos... Tudo isso pode ser compilado pela digitalização e os julgamentos podem ser feitos através da vídeo-conferência, para um ou mais casos, da mesma forma, um Juiz pode confiscar os bens patrimoniais e ou a moeda sonante do réu, de auto julgado e sentenciado, procedendo a execução, em sistema" on line" no seu "Not book."
O que falta, mesmo, é um efetivo maior de funcionários para auxiliar o Judiciário para atender a demanda reprimida de processos engavetados , isso é um fato necessário e urgente, para alívio de muitos, que tem esse direito inalienável, não só na área cível, trabalhista ou previdenciária...
Nossos governantes tem esse dever para com os eleitores que os elegemos, mesmo sabendo que a lógica atual é ruim, pois, o sistema eleitoral obsoleto na sua legislação, tem muitos nichos de financiamento de campanhas eleitorais, sem nenhuma ideologia, o que altera todo o processo democrático vigente, na ótica do toma lá dá cá dos compromissos assumidos: Pasmem os que me leem: Não quero um mundo perfeito, somente um Brasil mais justo e mais Judiciário...
As Câmaras de Julgamento e Conciliação é um desafogo ao Judiciário...
Os processos digitalizados...
A contratação via concursos públicos...
A ética e a moral "deve"estar implícita nos atos e decisões dos políticos... ( Devaneios? )
Este profissional de raro saber e grande sabedoria, reunidos, atenderiam os anseios da massa brasileira relegada ao ostracismo e à própria sorte, à deriva no mar dos "sargaços" da falta de perspectiva para um Brasil melhor...
Quem é este gigante da verve admirável a quem rendo as minhas homenagens?
É a figura sustentável da leveza inquebrantável do JUIZ... e do poder do judiciário!
José Aloisio Jardim - ( Sêo Jardim )
Bacharel em Turismo e Pós graduado em Gerente de Cidades pela FAAP
Bacharel em Turismo e Pós graduado em Gerente de Cidades pela FAAP
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