Desenganos: Sempre os tenho sofrido,
E tem matado o meu gosto de viver,
Com teu desprezo... muito tenho sentido,
E teu nome não adianta nem escrever...
Tua ausência, tua falta de amor,
Teu desdém... devagarinho,
Me consome:
Preciso, ainda, dizer teu nome?
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