sábado, 22 de junho de 2013

Velhas recordações... novas doenças!

Em nossa mente existem os clichês, as imagens e os acontecimentos arquivados em nosso inconsciente, resultado de velhas recordações do nosso passado espiritual, ou mesmo de nosso pretérito recente, são, na verdade, como ervas daninhas no panorama das nossas íntimas emoções, nos contagiando a alma e danificando nosso corpo físico, através das doenças, que aparecem como que por encanto...
Registramos no períspirito essas energias deletérias, que nos tolhem a alma e explodem em doenças várias, de difícil diagnóstico, tratamento e extirpação! São mágoas antigas, ressentimentos e feridas morais, junto com as culpas, remorsos e punições a que nos submetemos, voluntariamente...
E não conseguimos sair, com facilidade, deste redemoinho, porque não conseguimos perdoar a ofensa, a agressão moral ou  física, a injúria, a calúnia e outros males que nos ensombram a alma imortal não nos conferindo a renovação ansiada, e sim, doenças e dores por tempo indeterminado...
As enfermidades, hoje em dia, são consideradas "psicossomáticas", porque são detectados fatores psicológicos na origem das doenças,  que traduzimos como soma às recordações das emoções do ódio, do ressentimento e do simples desejo de vingança, que, mantidos por determinado tempo, nos refolhos da alma, tem, como resultado, as doenças crônicas!
As tendências da alma, é que motivam as doenças a nascerem em nosso corpo físico, através dos pensamentos, palavras e ações que, comumente, expomos no universo das ondas eletromagnéticas, que expandem-se em diapasão de afinidades com outras ondas, que vibram no mesmo teor de sublimidade amorosa ou de tempestades, sanguinolentas, de ódio...
Somos, enfim, as causas das nossas enfermidades, e a reforma íntima é o primeiro passo para nos libertarmos da dor, que parece nos perseguir e não ter mais fim...
Perdoar, incondicionalmente, "não sete vezes sete, mas, setenta vezes sete."... a mesma ofensa!
 
Sejamos indulgentes, compreensivos, tolerantes...
Erros e faltas alheias, são fardos pesados para carregarmos, deixemos, tudo isso, nas mãos de Jesus... e com o coração aberto, perdoemos, verdadeiramente!
Abrandemos nosso coração das velhas recordações dos nossos desafetos, daqueles que nos fizeram tanto mal, para recebermos a saúde e a paz, que tanto almejamos, a tanto tempo, e assim, nos veremos curados das " novas doenças!"
" - Sejamos indulgentes, perdoemos, sendo caridosos, generosos e pródigos no nosso amor!"
ET: Não guardemos rancor, raiva, ressentimentos ou qualquer tipo de sentimento negativo, com aqueles com os quais convivemos em nosso lar, pois, são almas buscando, em nós, o lenitivo da compreensão, do amor e do perdão, que, por certo, certamente, lhes devemos, mas... Não sabemos!
Portanto: Oremos:
" - Ó Pai, de infinita Misericórdia, perdoa as nossas ofensas na medida em que perdoamos aqueles que nos tem ofendido!"
 
Itanhaém, 23/06/13
 
 
 





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