sábado, 26 de outubro de 2013

Para a meiga Andréia


Um soneto inacabado para uma bancária chamada: Andréia.
( Homenagem, também, às minhas filhas:Anna Paola e Daniella )

Que caminhos teus passos já percorreram?
Quantas dores magoaram tua alma?
Quantas lágrimas de teus olhos desceram,
Que te magoaram sem perder a calma?,

A vida não é fácil nem é difícil,
Depende de como a encaramos,
Quando caímos... no precipício
Ao perder, alguém que amamos...

Andréia, o sol nasce para todos nós,
Mas, a sombra, não é para a maioria,
Desde os tempos... de nossos avós...

Porém, tenha certeza que, um dia,
Tu poderás receber... algo de mim:
Em vez de flores, te darei um jardim!

Oferta:

Esqueça as dores que te crucia a alma,
Pelas mesmas dores que te crucia o corpo,
Pois, não se desperta aquilo que está morto:
Esqueças tudo, e jamais... percas a tua calma!


Solidão na multidão

O destino, que nos persegue, na vida,
É aquele que mais queremos escapar,
Pois a vida é assim mesmo... querida:
A gente só odeia... o que devia gostar!

Mas, o tempo, é o nosso maior amigo,
E nos demonstra, que a vida, solitária,
Às vezes... é a vida de uma bancária!

Não deixe que isto acabe contigo:
Procure o caminho e a vera luz,
No amor... do Mestre Jesus!



" - Na aceitação de uma enfermidade,
reabilitamos nossos erros do pretérito,
e alçamos voo ao encontro
do Grande Arquiteto Do Universo,
para a nossa evolução espiritual,
e ninguém entende:
a razão da nossa felicidade!"



Nenhum comentário :

Postar um comentário