( In memorian )
Quando olho para a estrada que deixei para traz,
não tenho nenhuma saudade, pois, matei todas elas...
Fritei as bichinhas em várias panelas...
Uma ( saudade ) foi a da Manuela,
a outra da Madalena, da Margarida e da Açucena...
De todas não tive pena!
E sem sentimentos que me atormente,
sigo, pela vida, meio descrente,
dos fatos e boatos,
e dos caminhos de rato,
que o barbeiro fez na minha cabeça,
quando eu era criança,
embora, o cabelo, novamente, cresça...
Um dia...
ou era noite?
Já nem sei,
mas, a notícia,
foi um açoite...
E chorei:
Aquela, a única que me amou...
Um ser das trevas
a matou!
Saudadezinha...
Filha da puta!
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