segunda-feira, 4 de agosto de 2014

O que eu acho como era Jesus

Gibran Kalil Gibran, descreve Jesus, assim:   (... E eu concordo!)
" A humanidade vê Jesus o Nazareno nascendo e vivendo como um pobre, ofendido como um fraco, crucificado como um criminoso, e chora-o e lamenta-o. (...) Jesus não viveu como um covarde, e não morreu sofrendo e queixando-se. Viveu como um revolucionário e foi crucificado como um rebelde e morreu como um herói (...) Jesus não veio para tirar os homens vigorosos de suas ocupações e fazer deles monges e padres, mas, para insuflar na atmosfera deste mundo uma alma nova e forte que destrói, ate às suas fundações, os tronos elevados sobre os crânios e desmantelar os palácios erguidos sobre os túmulos e derrubar os ídolos impostos ao espírito fraco dos humildes."
Gibran, rejeita como heresia histórica, a ideia de que Jesus foi um manso, humilde, uma vítima obediente e passiva.
O verdadeiro herói da história é sempre Jesus, o amigo dos pobres,  o apoio dos fracos, o aliado dos oprimidos, que lutou e morreu por eles e continua a lhes inspirar, não a aceitação humilde de seus males, mas, a vontade e a coragem de se rebelar e de vencer.
Jesus, em a Presença Invisível, assim se define: " Eu sou a revolução que derruba o que os séculos estabeleceram. Sou o furação que arranca as raízes  dessecadas. Sou aquele que traz ao mundo a justiça e não a piedade."
" Uma semente oculta no coração de uma maçã é um pomar invisível, mas, se a semente cair em terreno rochoso não dará frutos..." Assim á a palavra de Jesus no coração dos homens que são insensíveis ao amor, a fraternidade e a caridade!
Dizem que devemos galgar a escada degrau por degrau... Mas, as águias não usam escadas, portanto, seja a águia!
A leitura e a educação, leva o homem das trevas do egoísmo e da cegueira da alma ao esplendor do conhecimento de si mesmo, da vida e do universo culminando com a compreensão do primeiro mandamento: " Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo!"
Qualquer dia, vou descrever Jesus como está escrito numa página psicografada por Emmanuel, numa carta de Públio Lentulus, Senador romano, que conheceu O Mestre Jesus.
As controvérsias  fazem parte da arte!
E tenho dito!


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