terça-feira, 2 de setembro de 2014

Devaneios em poesia

Sou igual a raposa que diz
sobre os cachos da uva:
Teus seios "verdes" estão:
- impossíveis de pegar -
frutos cobiçados eles são,
iguais as tais uvas do pomar...


Teus seios são como dois cachos,
separados por vários muros,
penso, repenso e acho:
" - Que, ainda, não estão maduros!"


Teus seios... bojudos... intumescidos,
são como duas luas bem cheias,
nos meus pensamentos vivem perdidos,
como as ondas do mar nas areias...


Meu ciúme é a minha perdição,
pela tua ausência - muitas espreitas...
por onde andas - minha paixão:
Será que em outras camas te deitas?


Perguntei, mas, não devia te perguntar,
quando, na cama, tu estavas, ainda nua:
Pergunta:
" - Sempre terei teu corpo para te amar?"
Resposta:
" - Sim! Somente, enquanto eu for tua..."


História de amor


Encostas teu corpo em meu corpo dolente,
estás leve, como uma criança que perde o sono,
distraída - inclinas tua boca - docemente...
E te deixas - e me deixa no êxtase do abandono!


Às vezes - vejo que me olhas - totalmente... embevecida,
como se  eu fosse um rei... como se eu fosse um santo,
como se fosse oferecer, às vezes, a própria vida,
no teu sorriso e na lágrima do teu doce pranto...


Mesmo sabendo que nada sou... que não sou ninguém!...
Sou apenas, alguém que te ama, te acaricia  e te deseja,
e mesmo quando a gente briga... te chamo de meu bem!
Sou e sempre serei - aquele que te ama, abraça e beija...


É por isso, que estás tão fascinada por mim?
Não te preocupes, pois, também, estou assim:
Abrimos todas as janelas do nosso coração,
e a porta...
Tudo isso, é razão da nossa vida, na idolatria
de nós mesmos...
E o que importa?




Esta é a nossa história de amor











































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