Vi, no meu sonho, a mulher dos meus sonhos pela janela do avião...
Seria uma realidade ou uma miragem? Ela sorria para mim...
E a minha vontade, era de abrir a porta e deixá-la entrar,
Para que eu pudesse ficar feliz...
Mas, de repente, ela foi evanescendo-se,
Entre as nuvens de extratos, cirros e nimbos...
Fiquei sozinho, novamente,
Pensando, "cá com meus botões", que:
Passara para mim,
A chance de ter a metade da minha metade,
Agarradinha à minha metade,
( que vivia de esperanças funerais... )
( que vivia de esperanças funerais... )
Mesmo assim, a procurava cada vez mais...
Por acaso, já viste, no céu, essas formas,
Parecidas com tantas coisas diferente,
Levando-te a pensar que eram reais?
Foi aí, que resolvi fechar a cortina do avião,
Com medo de ter uma nova visão,
Que, semelhante a mulher dos meus sonhos,
Seria uma outra nova e doce ilusão,
Deixando o coração e meus olhos tristonhos!
A aeromoça - gentilmente - me acordou e disse:
" - Quando a gente, viaja de avião,
Sonhamos verdades, mas, que são:
Acredito eu, verdadeiras e inesquecíveis tolices!"
Itanhaém, 18 de jul de 2016
Jose Aloísio Jardim Sêo Jardim )
Foi aí, que resolvi fechar a cortina do avião,
Com medo de ter uma nova visão,
Que, semelhante a mulher dos meus sonhos,
Seria uma outra nova e doce ilusão,
Deixando o coração e meus olhos tristonhos!
A aeromoça - gentilmente - me acordou e disse:
" - Quando a gente, viaja de avião,
Sonhamos verdades, mas, que são:
Acredito eu, verdadeiras e inesquecíveis tolices!"
Itanhaém, 18 de jul de 2016
Jose Aloísio Jardim Sêo Jardim )
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