sexta-feira, 22 de julho de 2016

Morte certa, porta aberta, hora incerta

Quando a morte chegar terá a sua razão,
Ela não manda aviso, vem de mansinho.
Num simples AVC - faz parar o coração:
Nunca vem tarde, muito menos cedinho!

Viver é uma arte que ninguém entende,
Todos nós dizemos que tudo sabemos,
E isso, não se compra e nem se vende:
É a hora da morte - e de onde viemos!

A hora - é sempre incerta,
Nossa porta - vive aberta:
Na espera da morte certa!

Saudade - no coração vai sumindo,
De quem fica - e de quem vai indo:
Com esperança - de ser bem-vindo!

Ofertório:
A oportunidade, e a tua hora é esta,
Não foi ontem, e nem será amanhã,
Ninguém sabe o que vero nos resta:
- Tupiniquins - filhos do Deus Tupã!

Itanhaém, 23 de jul de 2016

Jose Aloísio Jardim   ( Sêo Jardim )



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