Na solidão das tumbas e dos caixões de defuntos,
O cemitério silencioso e cheio de ciprestes,
Também... está cheio de "presuntos",
De homens e mulheres cafajestes!
( In memorian )
Sepulturas cor de cinza, azuis e brancas,
Onde meus sonhos foram sepultados,
Junto às minhas palavras francas,
Do nosso tempo... de casados!
Tenho a alma viúva do teu amor,
E nesta laje fria - me debruço,
Gemo, ouvindo meu soluço.
Felicidade que se transformou em dor:
Hoje tua alma vive nos planos etéreos,
E eu... na paz suprema dos cemitérios!
Oferta:
Toda vez - que é dia de finados,
Vou, em pensamento, ao cemitério,
Rever o nosso tempo de enamorados,
E a dor da morte... esse grande mistério!
Itanhaém, 19 de junho de 2017
Jose Aloísio Jardim ( Sêo Jardim )
Pensamentos e sonhos de um Poeta chamado JOSÉ ALOISIO JARDIM " Membro Efetivo da Academia Itanhaense de Letras!"
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