Que sou dono das flores do meu jardim,
Dizem, que sou dono... da minha vontade,
E que, também, sou dono da minha liberdade.
Dizem que sou dono de quase tudo que existe,
De quando estou feliz - ou quando estou triste,
Dizem, tantas coisas que existe - e ninguém vê:
O que me chateia é eu não ser: o dono de você
De você - eu sou, simplesmente, o próprio otário,
Afinal de contas - de que adianta ser dono de tudo,
Se você não é minha e eu sou... o seu criado mudo!
Tudo isso... faz parte, do meu eterno e terno calvário,
Eu queria ser o seu único dono - amar e prender você.
Afinal de contas - agora, sem você - Sou dono de que?
Concluindo:
Você foi a luz que permitiu meu caminhar na estrada escura da lida e, como raios de luz, sumiu na claridade dos meus dias, misturando sua beleza na natureza dos matizes do arco-íris... E fiquei só, iluminadamente, só!
Itanhaém, 28 de nov de 2017
José Aloísio Jardim ( Sêo Jardim )
Nenhum comentário :
Postar um comentário