(O título poderia ser: Dia de finados )
Já fui prisioneiro da carne tantas vezes,
Já fui cadáver deitado num ataúde,
Desenganado por dias e meses,
E enganar a morte não pude!
Fui arrebatado pela morte do corpo,
Ganhei a amplidão... uma nova vida:
Meu destino, foi um alvissareiro porto,
Um novo lar - pela esperança perdida!
Nascer, viver, morrer e renascer de novo
Esta é a Lei, inexorável, do progresso,
Inscrita... na consciência do povo!
E nesse vai e vem, o espirito se torna egresso,
Da dor, das provas e expiações da humanidade,
Ganhando a paz - como as aves - em liberdade!
Oferta:
O dia dos mortos, é também, o Dia dos finados...
Pois, quem morre, nesta terra, dizemos que findou,
Os erros da cristandade... chamamos de " pecados, "
Porém, só tem liberdade, quem do egoísmo se libertou!
Itanhaém, 02 de novembro de 2017
Jose Aloísio jardim ( Sêo jardim \)
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