sábado, 7 de dezembro de 2013

Acabou, mas, foi bom enquanto durou: Perguntas e respostas...

Um relacionamento amoroso acaba, mas, poderia ter sido bom enquanto durou...
É mais ou menos isso, que diria, Vinícius de Morais.
Quando uma relação chega ao fim, ela pode ter dado certo, desde que os resultados tenham sido positivos e tenha acrescentado o crescimento espiritual, de ambos, na convivência à dois...
Toda energia, que emanou do casal na troca mútua de responsabilidades e aprendizado, fica como saldo positivo, na conquista dos degraus da evolução e a melhora de atitudes nos dias futuros...
Pergunto:
O que é dar certo?
Ter uma convivência que nunca termina?
Comemorar bodas de prata, de ouro ou de diamantes?
Suportar um ao outro querendo desistir "de vez em sempre" e jogar tudo para o alto, porém, devido às convenções sociais,  ficar atrelado como se fossemos dois animais presos pela canga ao carro da vida, reclamando, brigando, xingando e limitados pelas aparências?
Deus me livre!
O casamento ou a simples união amorosa, quando vivenciadas nas limitações de nossas realizações, acabam por deprimir e limitar nossas ações, podando os sonhos, a felicidade e as fantasias...
De um modo geral, as mulheres não são reconhecidas pelo trabalho doméstico, que executam dentro de um lar, acabando por desestimular seus anseios e metas, simplesmente, porque os homens ofuscam as realizações e a criatividade da mulher... isso é um fato, mas, o que, também, contribui para destruir os sonhos e o convívio que frutifica, é a incompatibilidade de gênios... porém, relevando tudo isso de uma maneira raciocinada, podemos dizer que a duração de um relacionamento positivo, está na maneira como vive o casal, principalmente, dando apoio, admirando, respeitando e nos fazendo viver bem, com tolerância, compreensão e paciência... sem críticas ferrenhas, odientas e maldosas.
O dia a dia deve ter o estímulo, não só do sexo, mas, também, para realizar os sonhos, as metas e aspirações do outro, de maneira tranquila, que dá gosto estar junto desse alguém...
Acontece o contrário, devido aos fatos mencionados na exordial, mas, não é motivo de lamentações nem de condenações... pois, lamentadas devem ser as relações amorosas insanas e desequilibradas!
Que bom que possamos dizer, se algum dia tudo acabar:
 " - Foi bom enquanto durou, amei alguém que me amou, que pena que tudo terminou..."
O que vale na vida são os bons momentos, o amor, os filhos... e os casamentos!
Quem ama é um otimista!
O otimista tem facilidades de amar e viver o amor.
Quando passamos para uma segunda, terceira ou mais relações amorosas, permitimos que a esperança triunfe sobre as conquistas da experiência, pois, apostamos no futuro de um novo amor e passamos a apostar nas qualidades do outro, com tendência a ser mais compreensivo e tolerante... com os defeitos que condenávamos!
As nuvens negras que rondam a alma humana são frutos das desavenças, desequilíbrios e intolerância contumaz, vendo, sempre, na outra pessoa os defeitos e não as qualidades permanentes...
Conhece-te à ti mesmo e saiba dosar seus impulsos, ímpetos e impacto na vida a dois...  e não deixe nada para depois!
Agora é o tempo de realizar seus sonhos, anseios  e conquistas amorosas, que nunca foi e nunca será um mar de rosas...
Fique com o perfume e a beleza das flores, na convivência sadia... de todos os amores!
Não dá para ser bom, compreensivo e otimista o tempo todo, o segredo é buscar o equilíbrio na luz da oração... que acalma a alma e o coração!
 
 
 
 
 
 
 
 
 

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