O Natal de 2013 foi diferente dos outros natais que tive a felicidade de passar com minha família:
Presentes estavam todos os meus filhos genro e noras...
Em 1999, depois de treze anos de casado, fiz uma poesia para minha esposa Maria, onde expressei meus sentimentos pelos desvelos de seus dias em favor dos que convivemos, ate a presente data, com as benesses inerentes a tanta dedicação...
Vou mudar a data para 24 de dezembro de 2013, quando fizemos "Bodas de prata" em 22/11/13 = 25 anos de casados...
Estamos comemorando o Natal!
Oremos:
" - Comendo o pão, tomando o vinho, brindando a vida que nasce e nascerá,
abraçando os nossos semelhantes, os amigos, os parentes e aderentes...
Orando na noite feliz,
lembrando o menino Jesus, que nasceu numa manjedoura, para nos ensinar lições de amor e paz à todos os homens de boa vontade...
Suas palavras foram, todas, de verdadeiras verdades, de caminho certo e vida em abundância...
A estrela que clareou os rumos do nosso proceder aqui, ali e acolá... brilhou em nossas existências no ensejo de uma nova vida, junto à nossa família reunida...
E minha netinha vai ganhar um irmãozinho (a) para ser acompanhante seus de longos dias!
Pai Nosso, que estais no céu...
Emocionado, recitei minha poesia para a minha:
QUERIDA MARIA
Andava eu, perdido e sem destino,
Seguia meu caminho, bem à esmo,
Pensando em cometer um desatino:
Não ser mais eu, fugir de mim mesmo...
Via meus filhos jogados ao léu,
Não encontrava quem nos socorresse,
E já descrente das coisas do céu,
O melhor seria.. se eu morresse!
Gritei! Chorei! Implorei e maldisse,
Ao ver a dor nos olhos dos filhos meus,
Pedi, até, que a terra se abrisse,
E cheguei a descrer do poder de Deus!
Porém, a Misericórdia de Nosso Pai,
Encaminhou teus passos junto aos meus,
E hoje, de nossas memórias não sai!
E somos, todos, devedores dos carinhos teus:
" - Sei que não presto, mas... Eu te amo!
E teu nome: MARIA, adoro e chamo!"
Ofertório:
Egoísta e orgulhoso - A vida me fez assim...
Sei que sofreste em minha mão,
Em vinte e cinco anos, bem junto de mim:
Só te peço uma chance, junto ao teu coração!
Obs:
Esta foi a primeira vez que declamei um poema para a minha querida Maria, e como vocês podem perceber, uma poesia é atemporal, pois, em qualquer tempo pode ser lida e sentida como se fosse hoje...
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