Caia da imensidão das nervosas nuvens, a chuva,
Que ensopava as vestes - e as faces das meninas,
Que passeavam na praça... da cidade de Taiúva!
( In memorian )
Lá, sepultei a mais linda flor, que a vida me ofereceu,
E no campo santo... deixei seus despojos mortais,
E como tudo nesta lida se vai... ela, também, feneceu:
Prometi que naquele município não voltaria jamais!
Esquecer o passado é um jeito de apagar da memória,
Os fatos negativos... que fazem parte da nossa história:
Porém, um dia fui visitar seu jazigo eterno no cemitério!
Vieram as lembranças... e a chuva, caindo - fiquei sério!
Tudo ficava molhado - até a minha alma - e meu coração:
Raindrops keep falling on my head: Um vulto! Uma visão!
Ofertório:
A chuva - fez renascer a fé e a alegria perdida,
Passei a crer na existência de vida após a vida,
Mas, preciso, ainda, aprender uma lição de fato:
A do perdão, incondicional, pelo vil assassinato!
Não sou e nem quero ser, exemplo para ninguém,
Sou um aprendiz dos ensinamentos do Evangelho:
A.C.M. - creio que você deve, perdoar, também,
É o homem novo," destruindo" o homem velho!
Dia 02, p.v. será, respeitosamente, lembradas as nossas afeições, que partiram para o Grande Oriente...
A.C.M.= Antonio Carlos Mastro
Itanhaém, 29 de out. de 2015
José Aloísio Jardim ( Sêo Jardim )
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