segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Sem mágoa

Entre tantos defeitos que nós possuímos,
Está o ressentimento, irmão siames da mágoa:
É aquela raiva... que todos nós sentimos,
Mesmo que pareça, apenas, um pingo d´água.

Ter mágoas... é como tomar venenos,
Desejando que o outro morra no leito,
E Deus, por saber-nos, tão pequenos,
Nos ofertou sua Lei de causa e efeito!

Para que esse sentimento desapareça,
É preciso que a gente, somente, cresça,
Pelas veredas, sinuosas, do esquecimento...

E antes de fazer a sua oferta no templo,
É preciso fazer as pazes, sem sofrimento,
Através do perdão sincero... e do exemplo!

Primeira oferta:
À minha querida confrade, Elizabeth B. Watanabe,
Sem mágoa, por seus gestos, mínimos, incompreendidos,
Pois, ninguém pode medir, e muito menos se sabe,
O porque valorizamos, tanto... quando somos preteridos!
Dizem que isso não passa, apenas, de puro egoísmo,
Razão pela qual - da sua compreensão - eu preciso!
Segunda oferta:
" Ame, sempre... e perdoe sem cessar,
Setenta vezes sete... o mesmo pecado,
Este é o roteiro da caridade - do verbo amar:
Para que se possa - por Deus, ser perdoado!"

Itanhaém, 18 de out. 2015

Jose Aloísio Jardim   ( Sêo Jardim )






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