sexta-feira, 31 de maio de 2013

Quando eu morrer

Quando eu morrer, não quero choro nem velas,
não quero que lamentem a minha esperada morte,
quero apenas alguns anjos fortes como sentinelas,
me amparando, e também, me guie... e conforte!

Não quero mentiras à beira do meu túmulo,
quando em vida viviam zombando de mim,
quero que sejam, as palavras... no meu fim,
verdadeiras... o contrário, seria o cúmulo...

Hipocrisia... chega de tanto gesto fingido,
deixem-me morto na cova e no jazigo sozinho,
da mesma forma que sempre fui esquecido,
sem nunca ter amizades, e dos amigos: carinho!

Não quero prantos de ninguém que não sejam,
da mulher que foi minha última companheira,
pois, somente ela tem afetos... que sobejam,
junto com meus filhos... pela vida inteira!

Não creio que ninguém me fará uma prece,
e saudades, poucos, também, nem sentirão,
assim é a vida que em minha alma anoitece:
e fenece o meu solitário... e fraco coração!

Resta, em verdade, um consolo fugaz,
antes que termine... este final de dia:
Para ti, minha alma compenetrada te faz,
alguns versos que transformo em poesia!









quinta-feira, 30 de maio de 2013

A minha dor é, sempre, maior que a sua!

Certas situações são atípicas e incompreensíveis na vida, por exemplo:
Quando uma pessoa querida é assassinada a gente perde o rumo, fica abestalhado, parecendo um zumbi andando ao léu... Nesta época, parece que foi ontem, eu tinha cinco filhos!
Os pensamentos perdem a coordenação, e há um misto de ódio e dor a nos acompanhar... por todo lugar que a gente vá!
E quando  a Justiça tranca suas portas pela insensibilidade dos magistrados, que não julgam os delinquentes, os meliantes e os marginais de alta periculosidade, pelo fiel da balança e sim pelo contrapeso da moeda sonante, ou do tráfico de influência, quer dos rábulas ou dos políticos de grande notoriedade, mas, condoer-se com a vítima, isso é fora de cogitação, e aí, entra a omissão...
Porém, seja qual for a motivação da sua insensibilidade, um juiz nunca será julgado e condenado por qualquer uma dessas anotações, nas quais vivi momentos de verdadeiro terror, sem merecer nenhum ato de misericórdia ou compreensão por nenhum representante da justiça, quer delegados, advogados ou magistrados... Os homens são falhos e fracos: orgulhosos, egoístas, vaidosos, gananciosos...
Então, me revoltei contra Deus: O Ser que criou o Universo, as Leis e os destinos...
Comecei a achar que Ele se divertia com a minha dor.... testando minha paciência, resistência e reação perante o enigma que me fazia réu, ao levar meu motivo de viver para os confins do céu!
Quando a dor atingiu um certo grau de loucura, açoitando meu espírito, ignorante das coisas do amor incondicional, minha revolta, em expressão máxima, me fez falar assim:
" - Deus, sei que não posso te chamar de FDP, pois, meu raciocínio, um tanto ilógico, ainda resistia à demência total e pensava: Puxa vida, não posso xingar o " My God" porque Ele nunca teve mãe... é um Ser que não precisou nem de mãe para nascer, ou, nunca nasceu porque sempre existiu e sempre existirá..."
A revolta das minhas palavras era a minha dor que não encontrava abrigo em nenhum lugar!
Mas, estava falando da minha dor, aquela dor que é a maior de todas as dores... A minha dor!
Ainda meio anestesiado com os resultados físicos e espirituais, no meio das coisas que me rodeavam o mundo interior, não conseguia atinar com um prognóstico do ocorrido e o porquê do acontecido...
A realidade parecia um sonho, quer dizer, um pesadelo, e tudo parecia tão distante deste mundo e da minha vida: era uma controvérsia de pensamentos descoordenados, desconexos e sem nexos... achei que iria enlouquecer!
Não enlouqueci!
Lembrei-me das passagens e das lições do Evangelho Segundo o Espiritismo.
Acalmei meu coração e minha mente, procurei perdoar, nas minhas orações, aquele ser das trevas, que ceifou a vida da minha vida e da vida de meus filhos! Não foi fácil: Várias vezes, caí na tentação da vingança do "Olho por olho.." e vida por vida!
A CRENÇA NA PLURALIDADE DA EXISTÊNCIA BRECOU MINHAS ATITUDES  EM ESTADO DE DEMÊNCIA...
E as lagrimas eram o meu conforto para quem, no lugar do meu amor, deveria estar morto, mas, não foi assim que o destino resolvera intervir...
Dizem que os carmas compulsórios são inevitáveis, e isso, ainda,  me consola um pouco... para não ficar louco!
O livre-arbítrio, no ser humano irracional, não funciona a contento e só nos trazem, a qualquer momento, uma grande dor e muito sofrimento...
Eduquei meus filhos da melhor maneira que pude, ajuntei-os em torno de uma nova vida, amparado por uma mulher maravilhosa, que Deus, na Sua Infinita Misericórdia nos concedeu como sustentáculo, para apagar e diminuir as nossas dores pela perda irreparável... mas, suportável!
Hoje, caminhando para ocaso da existência, elevo meu pensamento à Deus para agradecer-Lhe por Ele ter nos dado tudo que precisávamos...
E as minhas falhas pelos momentos de dor infinda,
também, sei que já me perdoou,
pois, Deus é Amor!
Mas, a minha dor dói...
Ainda!
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Educar é preciso, sustentàvelmente...

" - Constitui entendimento comum, que o comportamento dos homens, na sociedade, é reflexo das relações familiares."
Quando o indivíduo agride a sociedade na pessoa de seu semelhante, é porque foi criado, assim, no seio der sua família, em constantes agressões, quer com palavras ou atitudes destituídas de nobreza.
Daí, a importância do papel dos pais, nos lares, educando os filhos, aparando as imperfeições de seus espíritos incultos e belicosos, que soem despertar na mais tenra infância... portanto, não se pode culpar os Educadores e as Escolas por falhas que derivam da responsabilidade dos genitores.
As Escolas e os Professores tem como competência complementar a educação, que tem seu início na intimidade do Lar.
Não é fácil educar um filho, no mundo globalizado, robotizado, informatizado de hoje, onde a mídia vende ilusões funerais nas novelas, nos comerciais e nos mais diferentes agentes de comunicação, porém, existe um fator que pode superar essa dificuldade:
A educação baseada nos princípios morais e cristãos!
Afirmam diversas religiões que todos os males tem origem no egoísmo e no orgulho: A criança apresenta, desde o berço, essas tendências através de seu comportamento, centralizando toda a atenção para si ( Manifestação do Egoísmo ) e desprezando tudo e todos, quando seus desejos não são satisfeitos ( Manifestação do Orgulho )
Estudar e combater essas manifestações é dever dos pais...  ( Vós sois como o oleiro a trabalhar a argila! )
Muitas vezes, a correção mais expressiva, dói, mas, constrói o homem do amanhã que deverá ser o gestor da Ordem e do Progresso, além do fiel da balança da Justiça e da Fraternidade!
Um filho é como um diamante oculto na imperfeição da pedra bruta, cabendo aos pais a lapidação de suas arestas, para que todos possamos nos beneficiar de sua beleza, quando exposto ao cadinho das provas e intempéries, próprias deste orbe de expiações em todos os níveis da sociedade humana...
Assim, não falou Zaratustra, mas, é óbvio que, o Lar é a Célula-Máter da Sociedade, e a Escola é o berço que os Educadores embalam, cantando canções de ninar, quando, muitas vezes, tem vontade de chorar...
" - Pais e Educadores, eduquem as crianças de hoje para que, amanhã, não seja preciso derramar lágrimas de arrependimento...
Utilizem a Tabuada do Amor, a palmatória da compreensão e o castigo do perdão!"
 
Itanhaém, 30 de maio de 2013
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

As separações, às vezes, são necessárias!

A Lei não sanciona a obrigação, para a filha, de deixar os pais e seguir o seu marido?
E, deixando seus entes queridos, não constituirá uma nova família?
Um cidadão não deixa seus pais, filhos, esposa e amigos para marchar em defesa de seu país?
Os motivos é que abrigam as decisões...
Portanto, as separações, às vezes, são necessárias, mas, nem por isso as afeições se rompem...
Existem separações que são melhores que aconteçam para evitar um mal maior, que seria uma briga ou desavença, mesmo que as razões sejam, plenamente, justificadas, que seria uma contenda seguida de morte ou, simplesmente, de agressões físicas e morais, cujas marcas ficam na alma... das duas partes!
Também, as afeições, quando não são baseadas no verdadeiro amor, que implica a renúncia dos prazeres mundanos egoístas, ou quando os melindres e ressentimentos falam mais alto, melhor será uma separação consensual, para que cada um siga o seu caminho, buscando novas oportunidades de ser feliz... pois, é melhor estar sozinho do que mal acompanhado, convivendo com as brigas constantes... tirando o doce mel da vida à dois!
Na verdade, tudo começa e termina na cama... Inclusive, os maus costumes...
Vamos para o quarto e, na cama, não nos falamos. Não nos tocamos, mas, roncamos...
Não nos suportamos nas pequeninas coisas, e tudo, até os mínimos detalhes são motivos de briguinhas e cara feia, vivendo lado a lado, no maior silêncio e nas discordâncias contumazes nas quais vamos nos acostumando... vamos?
Pense num sufoco danado!
Isto posto, o que é o amor?
Vou buscar nas páginas da Bíblia, em Coríntios, 13:
" - O amor é paciente e prestativo.
Não é invejoso e não se ostenta.
Não se incha de orgulho nem é inconveniente e não procura seu próprio interesse.
Não se irrita e nem guarda rancor.
Tudo desculpa e tudo crê.
Tudo suporta e ama pelo prazer de amar, compreender e perdoar."
Em Eclesiastes 25,26 lemos:!
" _ Coração abatido, rosto triste e coração ferido, é obra da mulher má. Não deixe a água escapar das mãos, nem dê liberdade de falar para a mulher má. Se ela não obedece as ordens que você dá, separe-se dela. Mulher má é canga de boi mal ajeitada, e querer dominá-la é como pegar escorpião..."
E pela Lei da igualdade humana, estes conceitos aplicam-se, também, aos homens!
Embora, dolorosa, porque nos sentimos "dono" do outro, uma certeza podemos ter:
As separações, às vezes, são necessárias!
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

terça-feira, 28 de maio de 2013

Ma vie

Mas, que destino,
Arrolei-me, que tantos
Rios de lágrimas
Imensos,
Afogam sentimentos em prantos?

Jamais te quis distante,
Onde a vista não alcança,
Somente esta saudade cruciante:
É o reflexo do meu agir criança...

São Paulo, 04 de outubro de 1989


PROVAS

Provas... na vida são
tantas,
que vezes minha alma chore,
quantas,
desta lida, desta faina, deste tropeço,
caio e começo, outra vez, desde o começo...

Provas, para uns é indiferente,
para mim, minha vida se recente,
quando a dor bate devagarinho,
é uma rosa coberta de espinho.

Provas, quem não as tem?
mas, é preciso saber vencer:
Caridade no caminho do bem!

Provas... elas podem e devem doer,
só assim, caminhamos para Deus:
Os seus problemas, também são meus!

Ofertório:

É difícil,
quem acha que a vida é só flores,
vive... sem nesta lida sofrer,
passa a vida entre os amores:
E aqui volta, em provas... viver!



Andando por aí

Nesta vida o que é a sorte?
é uma pergunta indiscreta,
só temos a certeza da morte,
mas tudo é possível ao poeta!

Minhas mãos são mãos de anjo,
que modelo tantos arranjos,
com samambaias e jasmins,
cultivadas... dentro de mim!

Pergunto e, também, decoro,
a tristeza de cada um,
e depois, não me demoro:
E assim, vou levando "algum!"
















Mudando de assunto

Certa vez, meu amigo Paulo perguntou-me:
" Olá, como vai?"
Respondi-lhe:
" Na foto estou bem, mas, na radiografia... estou mais perto do além!"

Ontem, pelado, olhei de frente para o espelho... e virei de bunda e, também, não gostei! "rs.rs.rs."
A velhice é uma merda!

Eu gosto de você e você gosta de mim!

Carrego comigo uma tristeza imensa,
e comigo vai, também, uma alegria enjaulada,
nenhuma das duas vai embora, parece uma doença,
que me persegue, nas altas horas, tristes, da madrugada!

Ontem, sonhei contigo e com teus encantos
de mulher ardente,
acordei molhado em prantos:
Era um homem carente!

Trago comigo todas as primaveras,
todas as flores,
e do arco-íris as cores:
em sonhos, fantasias... e quimeras!

Sei de cor e para todos ensino,
sobre tudo que, na vida, aprendi,
sou reflexo do inocente menino,
das lições amorosas... vindas de ti!

Sou escravo do teu amor,
e sem ti não sei como vivo,
não sei viver sem o teu calor,
sou, em liberdade, na verdade,
um apaixonado... pássaro cativo!

Então, ficamos assim:
Eu gosto de você e você gosta de mim!
Sei que é difícil esconder nossos desejos,
e quando nos encontramos:
nosso mundo vira em abraços, alegrias e beijos...

Coisa de caipira

Fui certo dia, na casa do cumpade, mais o cumpade num tava lá, só tava a cumade, mais é mesmo que o cumpade tá...
Eu só quiria sabe cumu o cumpade tava...
Intão, puxei uma prosa cum a cumade, qui tava tão suzinha, longe do cumpade qui tinha saído para pescá...
A noite tava tão bunita qui dava vontade da gente se abraça...
O céu tava lindo dimais e todo pintadinho di estrelas...
Inté us passarinhos começaram a cantá...
As crianças tavam tudo durmindo que fazia gosto de oiá...
Aí, falei pra cumade:
" - Cumade, a gente pudia se deitá na rede, e ficá oiando a noite passá, dispois a gente tomava um gorpinho da cachaça especiar, que o cumpade guarda no garrafão, que ganhô du vizinho..."
A cumade riu de fazê gosto e trouxe uns pitiscu pra nóis biliscá...
Pensei muito, agarrei a coragem que eu num tinha e falei prá cumade:
" - Óia cumade, tudo tem a primeira veis e eu quiria, desde a muito tempo podê, um dia ti amá..."
A cumade riu... riu... riu e inté mijô pela perna abaxo...e me falô assim:
" - Óia cumpade, inté qui o sinhô é muito guapo e inté qui tenho um certo atrativo pela sua pessoa, mais, eu quiria ti dizê qui o seu cumpade tá lá dentro di casa oiando, e esperando aquele presente qui o sinhô disse qui ia dá prus nossos fios... e a espingarda dele tá carregada i gospe um fogo danado..."
Aí, quem mijô nas carças fui eu, inté me borrei todo... e nunca curri tanto im minha vida de "Guapo", qui inté hoje num sei o que significa...
Tô aqui contano essa istória purque a ispingarda do cumpade faiô... o gatio imperrô...
Se argum cumpade passá pur uma situação dessa... tome cuidado cum a língua e antes, óia bem na casa e pirgunte se o cumpade tá, mais... do lado di fora da casa.
Meu cumpade, oce num sabe, mais, sei que a sua oreia vai pegá fogo com o que vou contá:
" - Teve um dia, que u sinhô foi na cidade comprá mantimento  e eu fui inté a sua casinha de sapé, e falei prá cumade mi perdoá pela fraqueza e pela emoção di meus sintimentos, purque minha cabeça parecia oficina du demo e eu tava pussuído de um ispírito do mar... "
A cumade riu di novo e mi falou assim:
" - Ora, cumpade, dexa isso prá lá, já são águas passadas pur baxo da pinguela, mais, se o seu cumpade morrê primero qui u sinhô, me procura prá  nóis continuá a nossa conversa..."
 
Mais, pode fica sussegado, cumpade, qui mata o sinhô eu não vô, pois, sou devoto das armas penadas qui procuram pur sarvação!
Óia, cumpade, essa sua muié é uma santa, divia tar num artá!
Eu tenho é inveja du sinhô!
Minhas discurpas pelo ocurrido: Eu pudia ter morrido..."
Mais, pur vias das dúvidas, comprei uma ispingarda, e coloquei na parede da minha casa, e entortei u cano dela... prá pegá chifrudo na curva... 
 
 
 
 
 
 
 





domingo, 12 de maio de 2013

Mestre, fale-me sobre a amizade!

" - Quem encontra um amigo encontra um tesouro!
Quem revela um segredo destrói a confiança e nunca mais encontrará um amigo íntimo!
Ame seu amigo e seja fiel a ele, contudo, se você revelou os segredos dele, não o procure nunca mais. Porque, assim, como você perde uma pessoa que morre, da mesma forma você perdeu a amizade do seu próximo, como pássaro que escapa da mão, você deixou escapar seu amigo e não conseguirá mais apanhá-lo! Não vá atrás, pois,  ele já foi para longe, fugindo como gazela que escapou da armadilha!
Amigo os há em quantidade, mas, em qualidade, são poucos... Quem pisca um olho pode estar planejando maldade, mas, quem o conhece afasta-se dele... preste atenção para não cair nas suas esparrelas...
Tem "amigo" que na frente de você fala com delicadeza e elogia o que você diz, mas, por trás, ele fala diferente e arma ciladas com as mesmas palavras que você disse.
Eu detesto muitas coisas, e a esse tal muito mais e, também, o Senhor o detesta!
Os que se alegram com a queda dos amigos serão apanhados na própria armadilha e, antes de morrer, a dor os consumirá!
Todo amigo declara amizade, mas, existe amigo que é amigo só de nome!
Por acaso, não é tristeza mortal o companheiro ou amigo que se transforma em inimigo? Ó inclinação perversa!
O amigo que se alegra com a felicidade do amigo, e quando ele passa por alguma desgraça torna-se hostil, é uma grande covardia!
Em seu coração não se esqueça do amigo; e não se esqueça dele quando você estiver na prosperidade!
Seja cauteloso com o amigo conselheiro e procure saber quais são as suas necessidades, pois, ele pode aconselhar em benefício próprio!
O companheiro sofre com o amigo por interesses!
Se algum amigo o olha com desconfiança, desvie-se dele com cautela, para não ser reprimido na frente dos outros... esconda suas intenções de todos os que tem inveja de você!
O núcleo da amizade verdadeira é a felicidade, contudo o amigo verdadeiro só se revela nos momentos difíceis!
Os amigos conselheiros, tanto quanto os políticos, são necessários, quando entra em jogo, não apenas uma questão pessoal, mas, o bem comum de um grupo. Todavia, é preciso discernir o conselheiro, pois, ele pode ser um traidor do povo!"
 
Tem uma poesia que fala mais ou menos assim:
 
" - Amizade, é um sentimento,
sincero no coração,
Amizade, são dois galhos,
com a mesma gota de orvalho,
caindo pelo mesmo chão...
Amizade, é o canto do passarinho,
é o doce aroma da flor:
Amizade, é quase amor!"
 
Aí, o Mestre se calou, a pensar... com o seu olhar perdido nas desavenças da humanidade!