terça-feira, 28 de maio de 2013

Ma vie

Mas, que destino,
Arrolei-me, que tantos
Rios de lágrimas
Imensos,
Afogam sentimentos em prantos?

Jamais te quis distante,
Onde a vista não alcança,
Somente esta saudade cruciante:
É o reflexo do meu agir criança...

São Paulo, 04 de outubro de 1989


PROVAS

Provas... na vida são
tantas,
que vezes minha alma chore,
quantas,
desta lida, desta faina, deste tropeço,
caio e começo, outra vez, desde o começo...

Provas, para uns é indiferente,
para mim, minha vida se recente,
quando a dor bate devagarinho,
é uma rosa coberta de espinho.

Provas, quem não as tem?
mas, é preciso saber vencer:
Caridade no caminho do bem!

Provas... elas podem e devem doer,
só assim, caminhamos para Deus:
Os seus problemas, também são meus!

Ofertório:

É difícil,
quem acha que a vida é só flores,
vive... sem nesta lida sofrer,
passa a vida entre os amores:
E aqui volta, em provas... viver!



Andando por aí

Nesta vida o que é a sorte?
é uma pergunta indiscreta,
só temos a certeza da morte,
mas tudo é possível ao poeta!

Minhas mãos são mãos de anjo,
que modelo tantos arranjos,
com samambaias e jasmins,
cultivadas... dentro de mim!

Pergunto e, também, decoro,
a tristeza de cada um,
e depois, não me demoro:
E assim, vou levando "algum!"
















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