quinta-feira, 2 de maio de 2013

Envolvimento psíquico pelos irmãos do astral

A tristeza nos procura e nós aceitamos suas influências negativas, deixando abrir uma grande fenda em nossa alma passando a ter uma vida cinzenta e agourenta.... e nada nos agrada e em tudo vemos uma razão para criticar e denegrir...
Projetamos nossas amarguras na nossa convivência do cotidiano, nas coisas que pensamos, falamos e escrevemos, ensopando de acidez o que se passa em nosso eu interior e no vazio que nunca é preenchido nem com a mais pequena esperança...
Viramos arrogantes, maledicentes, pedantes, frios e calculistas, envolvidos nas sombras que acompanham nossos passos...
Em nossa ilusão somos os maiores e os outros, os menores e piores...
Fazemos inimizades e cavamos túmulos à honra, aos preceitos morais, ao bem e a bondade e achamos que o mundo está cheio de metecaptos, exceto: Nós!
Flutuamos no meio de um lixo mental que nós propiciamos aos espíritos das trevas e do mal, que assolam a terra, pela nossa invigilância  e falta de sintonia com os seres evoluídos do mesmo astral...
Mas, chega o momento de abrir as portas do nosso coração para que outras emoções ventilem os nossos corações...
Desprender deste clima psíquico e tomar um banho de "vida nova" nas palavras do Evangelho de Jesus!Este é o caminho mais curto para sair do ridículo de condenar sem saber perdoar...
Não é fácil sair deste emaranhado psíquico que envolve o nosso ser, sem a força de vontade e a fé de que, tudo tem solução, inclusive, todo e qualquer envolvimento psíquico pelos nossos irmãos do astral... Todos somos mentes vibrando em sintonia, quer para o bem ou para o mal, e para afastar a tristeza, a melancolia e a dor que tal estado provoca, basta ler, todos os dias, uma passagem do Evangelho e vibrar amor e perdão aos nossos algozes contumazes... do astral!
Quando eu era menino pensava como menino, agora que estou no umbral da terceira idade, penso com mais racionalidade e mesmo com tanta experiência, ainda sofro um pouco o assedio das trevas que querem me derrotar, mas, consegui transformar a amargura em paz através do pensamento positivo e da oração sincera aos meus perseguidores... Sei que há um tempo para rir e um tempo para chorar, mas, permanecer em um dos dois polos, depende, unicamente, da gente!
Se, por acaso, fui agourento em meus escritos foi porque, ainda, não tinha encontrado o caminho da paz interior, que possuem as almas tocadas pelo amor ao semelhante e por não ter aprendido, no passado, que existia um caminho para nos blindar das influências do mal: A fé, o exercício do amor e do perdão, mesmo à custa de sacrifícios ao nosso ego, cheio de orgulho e vaidades!
A tristeza, a depressão e a dor, é como um passarinho, que faz seu ninho, nos galhos das roseiras cobertas de flor...
 
J.A. Jardim
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

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