quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Homenagem a J.G. de Araújo Jorge

Do livro: Poemas do amor ardente 

Poemeto Nº  73

Quando te cubro com o meu carinho,
não sentes frio,

Quando te sinto tão junto a mim,
e te abraço, e me perco, e te perdes,
já não sabemos mais o começo
e o fim..

Poemeto Nº 44

Sim, tive amantes e amadas,
fui escravo e fui senhor,

mas, só agora que te encontro,
tenho a mante e a amada
num mesmo amor."

De : J. G. de Araújo Jorge"

Manjares

Teus seios, belos, perfeitos,
(misto de fruto e de flor)
são brancos manjares, feitos
para as delícias do amor...

Pudor

Escapas, nua, dos meus braços
e vais te vestir no quarto ao lado.

J.G. de Araújo Jorge dizia:

" Não me envergonho, nunca, de falar de amor!"

- Eu, também, não!

" Deito a vida na cama e durmo com ela.
Faço filhos na vida com amor:
aí estão os meus poemas!"

- Os meus, também, estão por aí!

J.A.Jardim  (Sêo Jardim)





























































































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