sexta-feira, 8 de novembro de 2013

In verossimilidade

Sou poeta, sonhador e construtor de quimeras,
utopias, fantasias e lindíssimas primaveras...
Sou vate das palavras escondidas nas almas,
de amores risíveis...  e outros impossíveis!

Sou eu quem vive e descreve as coisas do amor,
disfarçado, de contador de histórias,
de odes, odisseias... e tantas glórias!

Nas construções de minhas casas nas rochas,
tenho as plantas de meus castelos de sonhos,
onde toco e retoco os porões, com as tochas,
que afastam os nossos fantasmas medonhos!

Mas, eu não queria ser poeta,
queria ser Deus por um minuto,
para acabar com as guerras
e mudar o mundo!
Um minuto? Não! Só um segundo,
para burilar os homens com o cinzel
das palavras das minhas poesias...

Minha poesia é mar a ser singrado,
pelos nautas perdidos,
na imensidão destas águas,
que apavoram aqueles
que não sabem amar e perdoar...

Poetar, é um verbo transitivo?
Poetar, é um verbo de ligação,
entre Deus e os homens!
Por esta razão faço poesias,
poemas e odes às alegrias...

Gero o por quê destes meus versos,
buscando a intercecção
da felicidade,
pelos caminhos, sinuosos, dispersos,
pelo prisma:
Da in verossimilidade!







Nenhum comentário :

Postar um comentário