terça-feira, 21 de outubro de 2014

As doenças, as dores e suas orígens


Enfermidade é sinônimo de desequilíbrio e desarmonia. Uma pessoa equilibrada desfruta de boa saúde!
A esmagadora maioria das doenças não resultam das ações dos germes, bactérias, micróbios ou da degenerescência da velhice... a maior parte das moléstias são decorrentes de nosso mundo interior, da nossa mente e dos nossos pensamentos exteriorizados nos processos de ódio, maldade  e outros incontáveis defeitos da nossa alma imortal.

A preguiça desencadeia o reumatismo.
A gula descontrola as funções dos órgãos digestivos.
O ódio envenena o sangue alterando as funções das grândulas de secreção.
Os ímpetos sensuais destrambelham a fisiologia da reprodução.
Os impulsos de violência atingem e atrofiam os membros, retendo-nos ao leito ou à cadeira de roda.
Os desvarios da maledicência nos impõem a surdez, mudez e a gagueira.
Quanta situações funestas seriam evitadas se fosse aplicado a tolerância e a moderação.
Quantas uniões infelizes resultam do calculo errado, dos interesses materiais, da vaidade e do medo de solidão.
A intemperança e os excessos promovem a doença do corpo e da alma.
Se buscarmos a origem dos males que nos afligem veremos que habitam em nossas ações, palavras e pensamentos materializados no nosso egoísmo e nas infrações da Lei de Deus.
O remédio é a pratica incansável da caridade, do perdão e do amor ao próximo.
Não conservemos o nosso coração no vinagre da intolerância, inveja, maledicência e do egoísmo, pois, isso, é procurar a doença e a dor com as nossas próprias mãos e vontade.
Utilizemos o recurso infalível da oração sincera, buscando a paz que reside no amor misericordioso do Nosso Pai que está em todo lugar, principalmente, em nosso coração, quando o abrimos para que Ele possa habitá-lo!
Na verdade, o mal atravessa os séculos e as vidas do presente, que está nos painéis intimos do homem que se permite, arbitrariamente, se consumir por deslizes e abusos de toda ordem, tais como:
Amores exacerbados, ódios incoercíveis, dominação absolutista, fanatismo, avareza, morbidez ciumenta, abusos de toda ordem do direito e da força, má distribuição dos valores e recursos financeiros, aquisição indígna da posse transitória, paixões politicas e beligerantes, orgulho, presunção, ganância em relação aos bens perecíveis, essas e tantas outras, são as facetas geradoras desse funesto condutor de nossas emoções que nos empurram para o abismo e à loucura, às doenças e ao suicídio, direto e indireto que traz novos agravames àquele que se submete, inerme, sem vontade própria, inconsolável, posando de vítima à sua ação destrutiva...
Na raiz de todas as enfermidades que sitiam o homem, encontramos, no desequilíbrio dele próprio, a sua causa preponderante.
( Do Livro: Obsessão e sua fisiologia, de Geraldo Paulo Bontempo )


















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