sábado, 18 de outubro de 2014

Essas "briguinhas" cotidianas


Olhe.. eu não quero nunca mais te ver!
Siga teu caminho em paz...
Não vou perturbar-te, jamais...
( Também, não sei porque a gente fala
coisas que não quer dizer... )
Sei que vai ser difícil
viver longe da tua presença...
Acho, até, que este amor
é uma especie de doença!
( A medicina não tem remédio
para a tristeza do amor e do tédio... )
Sou um amante incurável,
condenado a sofrer, a pena máxima
da dor e do sofrimento inexorável...
Pergunto, sem ter resposta, da razão
quando te disse:
" - Olhe... eu não quero nunca mais te ver!"
Loucura, insanidade e tolice!
Antes de partir, sente-se ao meu lado,
vamos discutir a relação
e falar de coisas do coração...
Sente-se, não se faça de rogada,
pois, sempre soubestes
que és muito amada...
E que os meus defeitos,
conheces de cor e salteado....
Portanto, minha querida,
peço-te perdão,
antes da partida!
Deixa tudo prá lá...
Errei,
vamos conversar...
Desculpa a que muito te ama,
vem, sente-se, à nossa cama!
Deixe de lado as minhas palavras
sem nexo,
e se agente se entender,
podemos, ate,
fazer sexo...


















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