Foi o grande escritor, Gibran Calil Gibran, que escreveu o contexto que vou explanar:
" - Tem uma estória, do padre que salvou o diabo, que estava morrendo, no fundo de uma vala comum...
Isso, me faz pensar nas - verdades e mentiras - que as religiões impingem aos seus fiéis, que são, na maioria, ignorantes de pai e mãe, no quesito religião, abordando a filosofia, ciência e a própria religião...A hipocrisia, o engodo, a falácia é tanta, que a maioria dos religiosos são cegos conduzindo cegos!
E se o diabo morresse? Quem lutaria para a vitória do pecado?
Ninguém mais iria se preocupar, nem sequer com a "noção de pecado" pois, só é pecado o que deriva do maligno, do tal diabo... aí, se ele morresse, o pecado morreria, junto, não é mesmo? Foi por isso, que o padre salvou o diabo, quer dizer, para manter a "obra de Deus", o diabo é muito importante no contexto de pecado e pecador, pois, um não vive sem o outro, acredite se quiser...
Eu não acredito no diabo como o pintam as religiões cristãs, e sim em espíritos voltados para o mal acalentando os prazeres da carne, do sexo, da volúpia, da libido desgovernada, do ódio, da vingança e da maldade no seu maior grau, maximizado pelas dores da alma e das consciências, em débitos com o equilíbrio universal...
O resto... são falácias!
A cada um segundo as suas obras, pois, quem planta só pode colher o fruto do que plantou!...
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