terça-feira, 24 de setembro de 2013

Decisões

Sempre nos deparamos com a decisão a ser tomada.
O que fazer, pra onde ir, com quem ficar, subir ou descer, sair ou não deste mundo! Enfim, tomar uma decisão é uma questão de atitude, de coragem ou de estilo de vida, e por aí a fora...
Quando pensamos, falamos ou agimos, plasmamos no universo infinito, as diretrizes futuras da vida e do nosso destino, ou seja, do nosso futuro e, consequentemente, dos destinos daqueles com quem convivemos no dia a dia, pois, as nossas palavras e ações influenciam os que nos cercam e com os quais convivemos no cotidiano...
Para isso, Deus nos deu, como oportunidade, a dádiva do livre-arbítrio, para que decidamos o que fazer do tempo, através de ações voltadas para o nosso desenvolvimento espiritual, e dos que são partes da nossa vida, na condição de parentes, consanguíneos ou não, amigos e aderentes...
Quando agimos erradamente é porque optamos pelo que nos parecia melhor de acordo com o nosso entendimento e a nossa visão pela nossa maneira de entender a vida.
A decisão do melhor para nós esta vinculado ao raciocínio lógico e as experiências que temos em nossa alma de prístinas eras até o dia presente.. o que sentimos em profundidade é o que somos de melhor.
Ao decidir o que nos convém, está contido o amadurecimento de nosso espírito, e o que de melhor somos perante a vida e, sempre sofreremos no amanhã, a lapidação da nossa escalada evolutiva, pelas atitudes do passado recente, também...
Faltas e ineficiências são supridas pelas atualizações do porvir, que nos condicionam a um tratamento de imunização doloroso ou não, mas, eficiente.
Nossas decisões são protegidas pela Providência Divina desde que não transgridamos os limites das Lei Naturais que nos sustentam e amparam, na nossa aptidão de fazer, decidir, analisar e tomar decisões...
"... mas, Deus lhe deu, a mais do que ao animal, o desejo incessante do melhor que o impele à procura dos meios de melhorar sua posição..." Cap. XXV, itens 1 e 2 de E S  E
Nós fugimos de tudo, menos de nós mesmos! Onde quer que vamos levamos conosco o nosso "eu" profundo, que não nos deixa um instante sequer, nos cutucando com a "vara curta!
Porém, abrindo o coração para uma das máximas do Evangelho, diria que: " - Não vos preocupeis com o dia de amanhã, porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo. A cada dia basta o seu mal!"
Uma decisão baseada na genuflexão da oração é um roteiro seguro para seguir a viagem planejada nos caminhos da existência!
Decisões devem ser baseadas no amor e no bem do nosso semelhante, senão, estaremos cavando a cova das nossas alegrias...
Assim é se vos apraz, meu amigo Corona!
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

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