Quisera ser um iconoclasta,
para, sem remorsos, destruir,
tua imagem que me devasta,
a alma, na hora de dormir...
Teu ser, aos pouco, desvanece,
qual bruma da região Ibérica,
quando, à terra, nas noites desce,
causando, uma dor homérica...
Teu rosto, teu sorriso e teu olhar,
sinto materializar, quando vejo,
teus lábios úmidos, que tanto desejo...
E quando o dia começa a raiar,
cansado, insone, quero adormecer:
Ilusão para quem deve novo dia viver!
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