sábado, 7 de setembro de 2013

Futuros Cônjuges


 
Sem entendimento, respeito, tolerância, renúncia, afinidade espiritual e perdão das ofensas, torna-se difícil o êxito nas relações afetivas amorosas no casamento.
É por isso que a gente namora por um determinado tempo e ficamos noivos durante outro tempo para que estudemos o "outro" (a)
Os aspectos a serem analisados são diversos, desde a compatibilidade de gênios, a situação financeira e a religiosa, mas, isso não serve como parâmetro para definir se vamos ou não casar com aquela pessoa, e sim, analisar e buscar o entendimento no período da convivência pré-matrimonial...
Os choques de opinião religiosa ou outra qualquer, são debitadas aos casais que procuraram o caminho da união que não deve ser destruída por meros motivos corriqueiros...
Não se deve manipular situações e sentimentos ao bel prazer, mas, buscar a pratica da empatia: colocar-se no lugar do outro!
Para que uma situação seja tolerada é preciso que se dê o exemplo, que supera mil palavras!
Um simples ato de bondade, compreensão ou tolerância, constrói a confiança entre os cônjuges.
Um sacrifício ou um gesto de perdão, conduz mais ao entendimento do que mil palavras ou leituras impostas, por aquele que tem uma religião contrária à crença do outro.
Nossos entes queridos são espíritos livres, porém, unidos pelos laços da Lei de Causa e Efeito, e somos ou estamos colocados, lado a lado, em regime de intimidade a fim de aprendermos uns com os outros e ampararmo-nos, reciprocamente...
Quando as forças do mal entram em nossa casa, por descuido nosso, evitemos o desespero, irritação, desânimo e ressentimentos, recorramos à prece, rogando à providência Divina que nos fortaleça, ampare, guie e nos inspire através dos espíritos superiores...
Porém, busque a libertação nas palavras doces e sem maledicência, leviandade e calúnias provocadas...
Não deixe sua mente boiando nas águas turvas da maldade contumaz e das picuinhas, que só atrapalham a vida à dois.
Liberte-se dos flagelos das lutas domésticas, que tem início no orgulho e na vaidade, cuja renovação começa no silêncio da oração e no perdão das ofensas.
A vida à dois é uma oportunidade de resgatar débitos passados, e começa num simples olhar... Aí, é quando o coração dita que caminho seguir... as emoções afloram, emergem das entranhas do nosso ser e, de repente, eis que estamos casados, amigados juntados, amasiados e conjugados...
Não há uma receita, mas, há um caminho: Amor, perdão, compreensão e tolerância!
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

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