Nosso coração, é como se fosse um jardim, florescendo, intermitentemente, ( como as estações do ano ) e as flores, são os nossos sentimentos e emoções que, se não forem bem cultivadas, com carinho e amor, regadas pelo bem querer, certamente, teremos uma gleba árida e escaldante, onde nada de bom itá nascer, que serão os nossos pensamentos, palavras e ações, sem render nenhum fruto que sirva para aplacar a fome da paz, concórdia e fraternidade entre os semelhantes, portanto, veja bem o quanto é importante cuidar deste jardim, para que floresça, espalhando alegria e otimismo, senão, a colheita será de frutos amargos, como o fel do cálice das dores...
É por esta ( uma das razões ), que muitos relacionamentos acabam se deteriorando nas estradas da vida, sem perspectivas ou alternativas, que sustentem mãos dadas na mesma direção, e acaba, cada um, indo para lados opostos...
Quantas vezes, somos açoitados pelo azedume das palavras vãs, das picuinhas e da intolerância aos nossos pequenos defeitos ( quem não os tem? ), às nossas deficiências...
Quantas e tantas outras somos preteridos, esquecidos e desdenhados, sem antes ter-nos ouvido e nem depois sermos escutados?...
Para não desfilar um rosário de penitências sem clemência, deixo aqui, um rascunho, resumido, do que pode ser ou evitar, as brumas que embaçam a visão das uniões conjugais, neste jardim eterno, que é o coração do homem, que, muitas vezes, em vez de céu se transforma na fornalha do inferno...
Portanto, ame, perdoe e entenda, para que a vida não se transforme em uma, ininterrupta, contenda...
As brumas, indeléveis... no jardim, se dissipam, evolando-se no ar, somente com o exercício do verbo amar conjugado com o perdoar, nas veredas sinuosas dos sentimentos e das emoções, quando aprendemos a doar, incondicionalmente!
Aí, as flores florescem em mil cores e matizes, nos corações, felizes, de todos os amores!
Itanhaém, 04 de fev de 2016
Jose Aloísio Jardim ( Seo Jardim )
Quantas vezes, somos açoitados pelo azedume das palavras vãs, das picuinhas e da intolerância aos nossos pequenos defeitos ( quem não os tem? ), às nossas deficiências...
Quantas e tantas outras somos preteridos, esquecidos e desdenhados, sem antes ter-nos ouvido e nem depois sermos escutados?...
Para não desfilar um rosário de penitências sem clemência, deixo aqui, um rascunho, resumido, do que pode ser ou evitar, as brumas que embaçam a visão das uniões conjugais, neste jardim eterno, que é o coração do homem, que, muitas vezes, em vez de céu se transforma na fornalha do inferno...
Portanto, ame, perdoe e entenda, para que a vida não se transforme em uma, ininterrupta, contenda...
As brumas, indeléveis... no jardim, se dissipam, evolando-se no ar, somente com o exercício do verbo amar conjugado com o perdoar, nas veredas sinuosas dos sentimentos e das emoções, quando aprendemos a doar, incondicionalmente!
Aí, as flores florescem em mil cores e matizes, nos corações, felizes, de todos os amores!
Itanhaém, 04 de fev de 2016
Jose Aloísio Jardim ( Seo Jardim )
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