A morte chega para todas as pessoas,
Aquelas que são más e as que são boas!
Há quem deseja... driblar o momento final
É como ir ao velório com fantasia de carnaval!
Quem, nesta vida, já enganou a morte?
Não conheço ninguém que assim o fez,
Viver - hoje em dia - é questão de sorte,
E a morte, tem hora certa: Um por vez!
Há quem acredita... em reencarnação,
São espíritos... bem mais esclarecidos,
Pois, a vida, é um sopro e pura ilusão!
Para onde vamos, são lugares desconhecidos,
Quem não morre jovem, de velho não escapa:
A bola preta é a última, que vai cair na caçapa!
" Deu preto, dezessete, e a morte, com a foice,
Sua garganta, sem dó, ela cortou!"
Itanhaém, 18 de mar de 2016
José Aloísio Jardim ( Tutu )
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