quarta-feira, 23 de março de 2016

Perguntas: Soneto in verso

De onde vim, o que faço aqui e para onde vou?
Sou o resultado das minhas idiossincrasias?
Eu sou eu e sou somente aquilo que sou?

Carrego meu DNA e minhas células sombrias,
Não tenho medo da morte nem do coveiro,
Minha lápide  - não terá nenhum letreiro!

O que esperar quando desta vida for embora?
Será o vazio niilista, da materialista filosofia?
Ninguém pode me dar uma resposta, agora?
Quem sabe, de um médium na psicografia?

Disse Jesus: " A verdade vos libertará!"... Aceito!
Somente, assim, me libertarei da minha cegueira,
E terei uma resposta de qualquer jeito:
Serei o pó do vento da soprada poeira!

Itanhaém, 24 de mar. de 2016

Jose Aloísio Jardim   ( Sêo Jardim )



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