Livros esquecidos... na velha estante,
Amarelecidos pelo tempo que passa,
De maneira inexorável e constante,
E em cada opúsculo... uma traça!
Meus livros foram feitos para durar,
São brochuras muito bem cuidadas,
Não há nenhuma das páginas manchadas,
Mas, nenhum larápio - os querem roubar!
Às vezes, me lembro, de algum dos livros,
E vou à minha estante... para o encontrar,
Afinal, todos eles são sujeitos substantivos!
Suas folhas... parecem seres agradecidos,
Quando declino - às suas páginas - o olhar,
Emocionado - sobre esses livros esquecidos!
Oferta:
Ainda, ontem... me dirigi à velha estante,
Sem saber o que ia ler... sob a prateada luz
Do luar da lua, que era... uma lua minguante,
Achei, esquecido: O Novo Testamento de Jesus!
Que alegria foi a minha, desde que, a muitos anos,
Que essa vera emoção... não mais em mim sentia,
Pois, a vida, ofertou-me somente os desenganos:
E a esperança nas palavras do Filho de Maria!
Itanhaém, 18 de mar de 2016
Jose Aloísio Jardim ( Tutu )
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