segunda-feira, 14 de agosto de 2017

A dançarina solitaria

Ela entrou no salão de maneira sutil,
Era uma deusa descendo do Olimpo,
Seu corpo... retorcia de maneira febril,
Nas suas curvas - meu desejo garimpo!

Vejo-a em enlevados volteios,
No espetáculo da casa noturna,
Deixando à mostra os seus seios,
Como se eles fossem... uma urna!

Mulher como poucas, bem ardente,
Olha-me, com olhos de uma serpente,
Provoca em mim... toda lubricidade.

Toda volúpia, sexo, tesão e fúria!
Tê-la nos braços seria a felicidade:
Dançarina do meu pecado de luxúria!

Oferta:
Fico, ao ver seu corpo e seu jeito de ser,
Como um alucinado: Oh, minha dançarina,
Você é a única mulher, fatal, que me fascina,
Deusa solitária: Em seus braços quero morrer!

Itanhaém, 15 de set de 2017

Jose Aloísio Jardim   ( Sêo Jardim )











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