( Sob a ótica espírita do amor pater/maternal )
Essas crianças, com síndrome de Down, que a vida nos mostra no cotidiano das dores da alma, são os filhos de alguém, que para eles, a felicidade é apenas um aceno da ilusão passageira, pois, vieram ao mundo para a difícil tarefa do resgate compulsório, por esta razão, é preciso que estendamos as mãos compassivas à esses pequeninos enfermos, que chegam ao planeta terra com a missão definida, como se fossem flores recebendo a chuva de granizo do sofrimento, enquanto vida tiver...
Essas crianças, com síndrome de Down, que a vida nos mostra no cotidiano das dores da alma, são os filhos de alguém, que para eles, a felicidade é apenas um aceno da ilusão passageira, pois, vieram ao mundo para a difícil tarefa do resgate compulsório, por esta razão, é preciso que estendamos as mãos compassivas à esses pequeninos enfermos, que chegam ao planeta terra com a missão definida, como se fossem flores recebendo a chuva de granizo do sofrimento, enquanto vida tiver...
Mães e pais - ao acalentar os seus filhos nos braços, que no sacrossanto reduto de seus lares, que é sinônimo de alegria e deles se orgulham como pérola rara, sentindo, no âmago de suas almas, alvissareiras esperanças por pequeninas e importantíssimas insignificâncias, tais como: Seus olhos são reflexos dos astros e das estrelas do firmamento... seus pequeninos dedos lembram a fragilidade das pétalas das flores, caindo ao entardecer... seus cabelos lembram espigas de milho ao sabor do vento... seu corpo frágil acalentado no abraço apertado e carinhoso desde o amanhecer... e sua boca assemelha-se a um botão inocente de uma flor, que seus beijos de amor e ternura desfalecem na plenitude da vida, que palpita no ser gerado e amado...
Não esqueçam que, na outra face da moeda da vida, estão aqueles que o destino ofereceu mais uma chance de reabilitação, pela compulsoriedade da dor, para quitar antigos débitos de pristinas eras - são aves cegas que não conhecem o seu ninho, pássaros de asas quebradas pedindo socorro em lugares perdidos na densa floresta do orbe... muitas vezes, os vemos como anjos paralíticos, pregados na cruz, como se imitassem o Mestre Jesus, perguntando à Deus: " - Oh! Pai, porque me abandonaste?", com a mente cheia de tristezas, incompreensões e nas densidades agourentas das trevas da alma, quase que ensandecida...
Nessas horas, não faltam acusadores nem detratores, que acham que devem ser exterminados da face da terra... Aí é que entram os pais, que sabem o que é a missão de um genitor (a), que tiveram o prêmio de ter um filho sadio e inteligente, recebendo o conforto de um lar...
Pensa neles, pois, são esses os nossos outros filhos do coração, pelo sentimento do amor, que volvem das vidas passadas, solicitando devoção, carinho e entendimento, para quitar dívidas contraídas no Tribunal da consciência devedora, com seu próprio corpo físico passageiro e seu espírito imortal em ascensão e progresso, pelas dores e limitações necessárias...
Liberte-se da compaixão imprudente, porque, por enquanto, só sabem padecer e chorar as oportunidades malbaratadas...
Enterneça-se, compreenda-os o quanto possa e ame até doer, na sublimação de si mesmo!
Ofereçamos à eles, todo o auxilio possível do tempo da nossa vida, do alimento que fortalece o corpo, o pão, o leite, e a água que mitiga a sede na solidão das enxergas dos hospitais do SUS... a carícia de um talco ou de uma "água de cheiro..." no corpinho diferente, principalmente, quando a criança não é filho biológico da gente! Então, amemos incondicionalmente!...
Sem medo de errar, posso dizer:
Verás a prodigalidade misericordiosa de Deus, envolvendo seu coração, sua mente e sua alma, no perfume da gratidão e na transcendente melodia da bênção, descendo sobre aqueles a quem diz tanto amar, pois, a Lei de Causa e Efeito é justa e perfeita, e a gente só recebe, na contabilidade Divina, aquilo que doamos quando, verdadeiramente, amamos!
ET: O amor dos pais não tem barreiras, pois, " um pai é para cem filhos e cem filhos não é para um pai! Ditado popular.
A síndrome de Down é um bem e não um mal para ninguém... Basta olhar e sentir com os olhos do amor!
Itanhaém, 16 de set de 2017
Jose Aloísio Jardim ( Sêo Jardim )
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