quinta-feira, 28 de setembro de 2017

O poeta e a vida

Fechado dentro de si mesmo,
Não liga... para as coisas mundanas,
Vivendo a caminhar, de certa maneira, à esmo,
É conhecedor da vida e das mentes doentes e insanas.

Tem por liberdade de viver o pensamento aberto,
Não pára quieto em nenhum lugar, é uma ânsia total,
Brinca com o imponderável e do impossível - fica liberto,
Pega as estrelas do céu e coloca numa trova, coisa surreal!

Dentro da alma deste ser enigmático, oferta mil ilusões,
Faz a gente sonhar, querer viver  e ter esperança,
Espalhando no caos o esplendor da bonança!

Assim, somos os poetas, deixando veras lições,
Nas palavras e idéias, na utopia, construída:
Único lugar que faz valer a pena: A vida!

Oferta:
Porque e o que - faz o poeta tão diferente?
É que ele não se importa com as convenções,
Deixa que as lagrimas caiam... abundantemente,
Quando a dor se faz presente - em outros corações! 

ET
Li, não sei quando e nem onde, que:  "O poeta é um viajor da obviedade!", portanto, tudo que ele pensa, fala e escreve, é uma verdade insofismável, que um dia terá sua veracidade confirmada. 
Dia virá - pelo entendimento - axiomático, evidente, incontestável, que salta á vista, claro e patente... do que é óbvio!

Itanhaém, 28 de set de 2017

Jose Aloísio Jardim   ( Sêo |Jardim )

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