O que não foi possível pelo amor,
Cavei a cova do meu sofrimento,
Pois, pela alegria, não tive talento.
Fui na vida, ate hoje, um jogador,
Brincando... com a própria sorte,
Acostumei-me - a ser um perdedor,
No jogo da vida do medo da morte.
Amei e odiei... nessa parada dura,
Fui ator desse carteado - joguei e blefei,
E minha alma, ao nascer, deixou de ser pura...
Hoje, sou o resultado do jogo de mim mesmo,
No ocaso da vida e à beira da minha própria sepultura:
E o meu "ás de copas..." esta mais frito do que um torresmo!
Ofertório:
Porém, o "jogo da vida" não vai parar - carteado ou xadrez?,
Não será mais preciso - esse jogo embaralhar... Isso faz parte:
Cada um de nós tem várias oportunidades, e também, a sua vez,
E Deus, se a jogatina está difícil e pesada, nos dá um "xeque-marte!"
Notificação:
" Xeque marte", é uma paródia referindo-se aos planetas da transição a que, possivelmente, seremos exilados, pela contextualização do Espiritismo, descrita na Doutrina de amor e luz, codificada pelo Mestre Allan Kardec, através dos espíritos da Plêiade de Jesus.
" - ET - Um mimo ao meu brother, Antonio Faciollo, que gosta de jogar... e morre de medo de morrer!"
Itanhaém, 09 de set de 2017
Jose Aloísio Jardim ( Sêo Jardim )
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